segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Aplicações do SPECT/CT em Oncologia e Cardiologia

No dia 19 de dezembro de 2011, às 19h30, no auditório Moacyr Santos Silva (8º andar) do Instituto Nacional de Câncer - INCA (Praça Cruz Vermelha, 23), no Rio de Janeiro (RJ), a SBBMN promove a palestra Aplicações do SPECT/CT em Oncologia e Cardiologia. Os palestrantes são os doutores Paulo Altino de Almeida, Professor de Medicina Nuclear da Universidade Federal de Pernambuco e membro da SBBMN, Dra. Renata Félix, Chefe da Seção de Medicina Nuclear do Instituto Nacional de Cardiologia e Dr Michel Carneiro, Chefe da Seção de Medicina Nuclear do INCA. Vagas limitadas. Inscrições gratuitas no site www.sbbmn.org.br.
fonte: boletim SBMN

VMAT - Reirradiação poupando Medula


Olá galera, este vídeo mostra um caso bem interessante de VMAT (RapidArc).
É uma reirradiação onde a medula possui uma limitação bem restrita de dose, tendo como objetivo irradiar um volume circundante a ela.

É bem interessante observar que foram escolhidos "Avoidance Sectors": arcos de ângulos onde não se quer irradiar diretamente, no caso os braços do paciente.
Outro ponto a se notar é como a técnica modula o feixe variando as posições de lâminas sempre protegendo a medula, órgão para o qual foi pedido doses baixas na otimização. Mas ao mesmo tempo sempre irradiando a tangência desta para gerar o forte gradiente.
O vídeo mostra o movimento de lâminas dos arcos e a distribuição de dose resultante.
Vale a pena conferir!

Vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=kRR6mDXkwEo

Créditos do planejamento e vídeo ao físico Wellington Pimenta Neves Jr (mais conhecido como Ton).

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Artigo compara percepção de médicos residentes sobre as melhores modalidades de imagens médicas na investigação de neoplasias e traumas

Foi publicado na edição de setembro/outubro de 2011 da revista Radiologia Brasileira um estudo sobre a percepção de médicos residentes em radiologia do 4º ano de universidades americanas sobre as melhores modalidades de imagens na investigação de neoplasias e trauma. O estudo permitia aos estudantes comparar e avaliar imagens de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia, PET e Radiografia simples. As técnicas escolhidas para melhor avaliar neoplasias foram a Ressonância Magnética e a Tomografia Computadorizada.

O estudo foi publicado pelo Prof Dr Jorge Elias Junior, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, em parceria com as universidades americanas: University of North Carolina at Chapel Hill, Saint Louis University, University of Nebraska Medical Center, Emory University School of Medicine.

Abstract:
Objetivo: Avaliar a percepção de médicos residentes em radiologia de 4º ano sobre as melhores modalidades de imagem na investigação de neoplasias e trauma. Materiais e Métodos: Vinte e sete médicos residentes de 4º ano de quatro programas de residência em radiologia americanos participaram do estudo. Aos participantes foi perguntado sobre a melhor modalidade de imagem para se avaliar o cérebro e a coluna vertebral, pulmões, abdome e o sistema musculoesquelético. As modalidades de imagem disponíveis foram: RM, TC, ultrassonografia, PET e radiografia simples. Todos os achados foram comparados com os Critérios de Adequação de Exames de Imagem e Radioterapia do ACR. Resultados: A RM foi escolhida como melhor modalidade de imagem para se avaliar neoplasias encefálicas, espinhais, abdominais e musculoesqueléticas por 96,3%, 100%, 70,4% e 63% dos residentes, respectivamente. A TC foi escolhida por 88,9% dos residentes para avaliar neoplasias pulmonares. A modalidade de imagem ótima para se avaliar trauma foi a TC para lesões encefálicas (100%), espinhais (92,6%), pulmonares (96,3%), abdominais (92,6%) e grandes lesões traumáticas musculoesqueléticas (74,1%); a RM foi escolhida para lesões esportivas (96,3%). Observou-se concordância com os critérios de adequação do ACR. Conclusão: Houve concordância entre a percepção dos residentes sobre as melhores modalidades de imagem para avaliação de neoplasias e trauma e os critérios de adequação do ACR.


Artigo disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=2233

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Highlights em Medicina Nuclear - Convite SBBMN

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Profissão de Físico

A discussão sobre a profissão de físico já vem de longa data e finalmente começa a se concretizar. Entretanto alguns pontos acredito que sejam questionáveis. Conheço físicos, e nessa mesma alçada me incluo, que trabalham com dados clínicos e dados de imagens, encontrando correlações multidisciplinares, de maneira a diagnosticar diversas patologias. Se nos próximos 10 anos eu puder diagnosticar qualquer patologia cerebral, eu me tornaria um médico? Um psiquiatra? Psicólogo, especialista na função? Existe um trecho específico desse projeto de lei aprovado que particularmente questiono (em amarelo). São dois trechos marcados que podem ser subjetivos e contrapostos. Já fiz esse comentário nas redes sociais alguns meses atrás. Será realmente que havia necessidade desse tópico?

De uma forma geral foi excelente a aprovação do projeto e espero que a experiência observada da união da classe médica, engenharias, advogados, etc, possam ser inspiração para a criação de conselhos e fortalecimento dos órgãos competentes da nossa profissão (SBF, ABFM).

A proposta:

"PROJETO DE LEI N.o   1025 , DE 2011
(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame)
Dispõe sobre o exercício da profissão de Físico e dá outras providências.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1o O exercício da profissão de Físico, observadas as condições de habilitação e as demais exigências desta Lei, é assegurado:
I – aos diplomados em Física por estabelecimentos de ensino superior, oficiais ou reconhecidos;
II – aos diplomados em curso superior similar, no exterior, após a revalidação do diploma, nos termos da legislação em vigor;
III – aos que, até a data da publicação desta Lei, obtiveram o diploma de mestrado em Física, em estabelecimentos de pós-graduação, oficiais ou reconhecidos, permitindo-se ao portador de diploma de doutorado em Física, obtido a qualquer tempo, o gozo pleno dos direitos a que se refere esta Lei.
IV – aos que, à data da publicação desta Lei, embora não diplomados nos termos dos incisos anteriores, venham exercendo efetivamente, há mais de quatro anos, atividades atribuídas ao Físico, na forma e condições que dispuser o regulamento da presente Lei.
Art. 2o São atribuições do Físico, sem prejuízo de outras profissões regulamentadas que se qualifiquem para tanto:
I – realizar pesquisas científicas e tecnológicas nos vários setores da Física ou a ela relacionados;
II – aplicar princípios, conceitos e métodos da Física em atividades específicas envolvendo radiação ionizante e não ionizante, estudos ambientais, análise de sistemas ecológicos e estudos na área financeira;
III – no âmbito da sua especialidade, projetar, desenvolver, construir e fazer manutenção de equipamentos e sistemas em instrumentação científica, fontes de energia, instalações nucleares, proteção de meio ambiente, telecomunicações, integração de sistemas eletrônicos e ópticos;
IV – desenvolver programas e softwares computacionais baseados em modelos físicos;
V – elaborar documentação técnica e científica, realizando perícias, emitindo e assinando laudos técnicos e pareceres, organizando procedimentos operacionais, de segurança, de radioproteção, de análise de impacto ambiental, redigir documentação instrumental e de aplicativos no que couber sua qualificação;
VI – difundir conhecimentos da área, orientando trabalhos técnicos e científicos, ministrando palestras, seminários e cursos, organizando eventos científicos, treinando especialistas e técnicos;
VII – administrar, na sua área de atuação, atividades de pesquisas e aplicações, planejando, coordenando e executando pesquisas científicas, auxiliando o planejamento de instalações, especificando equipamentos e infra-estrutura laboratorial, em instituições públicas e privadas;
VIII – realizar medidas físicas aplicando técnicas de espectrometria, avaliando parâmetros físicos em sistemas ambientais, aferindo equipamentos científicos, caracterizando propriedades físicas e estruturais de materiais, realizando ensaios e testes e desenvolvendo padrões metrológicos;
IX – orientar, dirigir, assessorar e prestar consultoria, no âmbito de sua especialidade;
X – direção de órgãos, departamento, seções, serviços, grupos ou setores atinentes à atuação profissional do Físico, na Administração Pública, em entidades autárquicas, e em empresas, públicas e privadas.
Art. 3o O exercício da profissão de Físico requer prévio registro no órgão competente do Poder Executivo, e se fará mediante a comprovação das exigências de que trata o artigo 1o da presente Lei.
Art. 4o A observância do disposto no artigo anterior somente será exigível após cento e oitenta dias da instalação do respectivo Conselho Regional.
Art. 5o. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICAÇÃO
A regulamentação do exercício da profissão de Físico é fundamental para que possamos desenvolver tecnologia de ponta e qualificar atividades que envolvem a educação, a qualidade de vida e a saúde humana. Essa regulamentação também poderá aumentar o grau de formalização dos contratos de trabalho no âmbito da atividade dos físicos, trazendo resultados positivos para todo o mercado de trabalho.
A atividade profissional dos físicos, além de envolver a possibilidade de danos a organismos, não pode ser entregue a qualquer interessado, desprovido de qualificação. A exigência de qualificação técnica e o estabelecimento de algumas restrições ao exercício profissional de leigos certamente são necessários.
Por isso, quero ressaltar que a atividade desenvolvida pelo profissional da física não se restringe mais apenas a lecionar em sala de aula e nos laboratórios, porém, tem presença marcante em inúmeros setores cruciais da economia interna e mundial, como por exemplo: nas telecomunicações, no mercado financeiro, nos consultórios odontológicos, na medicina nuclear, e, sobretudo, no desenvolvimento, execução e acompanhamento da política energética nuclear desenvolvida no País.
E, de acordo com a nota publicada no jornal ‘Folha de S. Paulo’, o presidente da Sociedade Brasileira de Física (SBF), Dr. Celso Pinto de Melo, declarou que a falta de uma descrição clara das áreas em que os físicos podematuar pode deixar esses especialistas fora do mercado de trabalho. Ele ainda argumentou as confusões acontecem principalmente nas áreas multidisciplinares, em que profissionais de várias áreas, mas com a mesma especialidade, podem atuar.
É, por isso, que esta proposição vai ao encontro de uma antiga reivindicação desses profissionais que, preocupados com as indefinições que cercam a própria identidade profissional reclamam, desde há muito tempo, a regulamentação de sua profissão.
Portanto, diante das argumentações supracitadas e do impacto positivo que esta matéria terá perante a nossa sociedade, solicito aos nobres Pares o devido apoio na aprovação deste projeto de lei.
Sala das Sessões, em 30 de março de 2011.

Antonio Carlos Mendes Thame Deputado Federal PSDB/SP
"



Parecer:
COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO
PROJETO DE LEI No 1.025, DE 2011
I – RELATÓRIO
Dispõe sobre o exercício da profissão de Físico e dá outras providências.
Autor: Deputado ANTONIO CARLOS MENDES THAME
Relator: Deputado MAURO NAZIF

A proposição em análise, de autoria do Ilustre Deputado Antonio Carlos Mendes Thame, visa regulamentar o exercício da profissão de físico, dispondo sobre as condições de habilitação e as atribuições do profissional. Estabelece, ainda, a necessidade de prévio registro no órgão
competente do Poder Executivo. Em sua justificação, alega o nobre Autor que:
A regulamentação do exercício da profissão de Físico é fundamental para que possamos desenvolver tecnologia de ponta e qualificar atividades que envolvem a educação, a qualidade de vida e a saúde humana.
Prossegue em sua argumentação, no seguinte sentido:
A atividade profissional dos físicos, além de envolver a possibilidade de danos a organismos, não pode ser entregue a qualquer interessado, desprovido de qualificação. A exigência de qualificação técnica e o estabelecimento de algumas restrições ao exercício profissional de leigos certamente são necessários. E conclui dizendo que: É, por isso, que esta proposição vai ao encontro de uma antiga reivindicação desses profissionais que, preocupados com as indefinições que cercam a própria identidade profissional reclamam, desde há muito tempo, a regulamentação de sua profissão.
A proposição está sujeita à apreciação conclusiva pelas Comissões, em regime de tramitação ordinária.
Conforme Termo de Recebimento de Emendas datado de 16 de junho de 2011, no prazo regimental de cinco sessões, não foram
apresentadas emendas ao Projeto de Lei. É o relatório.
II – VOTO DO RELATOR
Compete a esta Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público a análise do mérito trabalhista do Projeto de Lei no 1.025, de
2011. inciso XIII, dispõe que “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou
profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”.
Em face desse princípio, a unanimidade da doutrina e da jurisprudência entende que o direito ao exercício de uma profissão, por ser a
todos garantido, só pode ser limitado pelo interesse da sociedade.
E, sem dúvida, este é o caso em análise, pois a proposição pretende regulamentar uma atividade que já está sendo plenamente exercida de fato, mas que, por envolver riscos para a sociedade,
merece a devida regulação pelo Poder Público.
Nesse sentido, a Constituição Federal, em seu art. 5o,2 Além disso, é bom explicitar que, ao disciplinar as atribuições do profissional, em seu art. 2o, a proposição garante que tais atribuições serão desenvolvidas pelo Físico sem prejuízo de outras profissões regulamentadas que estejam qualificadas para a atividade. Isso denota, claramente, que não se quer, aqui, promover uma reserva de mercado
indevida. iniciativa de se regulamentar o exercício da profissão de Físico, por claro Assim, por acreditarmos na oportunidade da presente interesse público, somos pela aprovação do Projeto de Lei no 1.025, de 2011.





CÂMARA DOS DEPUTADOS

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO


PROJETO DE LEI Nº 1.025, DE 2011


III - PARECER DA COMISSÃO

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público, em reunião ordinária realizada hoje, aprovou unanimemente o Projeto de Lei nº 1.025/11, nos termos do parecer do relator, Deputado Mauro Nazif.
Estiveram presentes os Senhores Deputados:
Silvio Costa - Presidente, Eros Biondini, Sabino Castelo Branco e Augusto Coutinho - Vice-Presidentes, Andreia Zito, Assis Melo, Daniel Almeida, Erivelton Santana, Eudes Xavier, Flávia Morais, Gorete Pereira, Laercio Oliveira, Luciano Castro, Mauro Nazif, Paulo Pereira da Silva, Policarpo, Roberto Balestra, Ronaldo Nogueira, Sérgio Moraes, Vicentinho, Walney Rocha, Irajá Abreu, Leonardo Quintão e Manuela d'Ávila.
Sala da Comissão, em 30 de novembro de 2011

Posição atual (06/12/2011)
30/11/2011 Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público (CTASP )
Aprovado por Unanimidade o Parecer.
01/12/2011 Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC )
Recebimento pel a CCJC.


Parabéns a todos os Físicos das mais variadas áreas e funções, mas também aos psicopedagogos, psicólogos, engenheiros, matemáticos, biólogos, historiadores, geógrafos, que suprem a deficiência do sistema público, e que provavelmentes terão o diploma de físicos, mas como diria um grande pensador, sem desmerecimento ao excelente trabalho que muitos realizam, "nunca serão".
 
Acredito que Heisenberg era também um filósofo

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Centro de Diagnóstico Por Imagem

Rio imagens: o centro de diagnóstico por imagem do governo do estado vai oferecer mais 22 mil exames anuais aos pacientes do SUS Foto: O Globo / Domingos Peixoto
(imagem O GLOBO/DOMINGOS PEIXOTO)

O Rio de Janeiro ganhará um novo CDPI só que agora do Estado do Rio de Janeiro. O Centro contará com diversos equipamentos de imagens que possibilitarão uma assitencia aos pacientes do SUS de qualidade. A previsão é que sejam atendidos cerca de 800 pacientes por mês.

Maoires informações no site:
http://oglobo.globo.com/rio/rio-ganha-um-avancado-centro-de-imagens-3336617



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

PET/CT para planejamento de radioterapia


Os fabricantes estão criando novas possibilidades/facilidades para o maior conforto do paciente e maior precisão no posicionamento evitando novas e desnecessárias exposições.

sábado, 26 de novembro de 2011

DASA instalará cíclotron no Rio de Janeiro em parceria com a Cardinal Health

Parceria com a DASA tornará a tecnologia de imagem molecular no combate ao cancer mais acessível a médicos e pacientes locais.
São Paulo— A Cardinal Health, uma empresa que opera a maior rede de radiofármacos nos Estados Unidos, expandirá sua capacidade global de produção de radiofármacos para geração de imagens moleculares que auxiliam no diagnóstico precoce, monitoramento e tratamento de câncer, disfunções neurológicas e doenças cardíacas. Através de sua parceria com a DASA, o maior grupo da América Latina especializado em medicina diagnóstica, a Cardinal Health instalará um cíclotron no Rio de Janeiro, e ajudará a fornecer aos médicos e pacientes locais rápido acesso a exames e moderna tecnologia em medicina nuclear
Quando injetados no corpo humano, estes radiofármacos especializados, chamados de biomarcadores, tornam visíveis as alterações celulares associadas a diversas doenças graves. Através de sofisticados scanners, proporcionam aos médicos um diagnóstico não invasivo mesmo nos estágios iniciais das doenças, melhorando a capacidade de monitorar com eficiência a terapia aos pacientes.
Em suas 36 instalações de fabricação nos EUA, a Cardinal Health fabrica e distribui mais de 500.000 doses de FDG (Flúordesoxiglicose) anualmente. A presença da empresa no Brasil é um passo importante em seu esforço para disponibilizar esses biomarcadores para uma fatia maior da população.
Segundo Valdirene Bastos Licht, CEO da Cardinal Health Brazil ao estabelecer um cíclotron no Rio, a Cardinal Health está dando ênfase ao nosso compromisso de tornar os exames de imagem molecular mais acessíveis a médicos e pacientes ao redor do mundo. No Brasil, a meta é expandir a disponibilidade de FDG atraves da implementacao de unidades produtivas em diversas localidades do pais e trazer acesso ao Brasil a pesquisa e tecnologias de ultima geracao concomitante com outros paises, aproximando nossa realidade a dos paises desenvolvidos. "Esta tecnologia inovadora é uma ferramenta importante na melhoria da qualidade e da eficiência do tratamento de saúde, porque ajuda os médicos a salvar vidas ao permitir que eles detectem doenças graves desde o início, e determinem a eficiência dos planos de tratamento relacionados."
Através de sua parceria com a DASA, o Rio de Janeiro agora terá sua primeira instalação privada para fabricação de radiofármacos. O cíclotron será instalado em um dos prédios da cidade totalmente dedicado à área médica e construído especialmente para receber os equipamentos de diagnóstico mais modernos do mundo na área de oncologia, cardiologia e neurologia. Os médicos poderão realizar exames que anteriormente ficavam restritos aos maiores centros de tratamento médico do mundo.
Para o Dr. Carlos Alberto Buchpiguel, Coordenador Nacional da Modalidade de Medicina Nuclear e Imagem Molecular da DASA, a parceria com um dos maiores produtores mundiais, com expertise em imagem PET/CT, possibilitará que os avanços tecnológicos em diagnóstico com imagens moleculares cheguem ao Brasil de forma mais ágil e estratégica, acompanhando as tendências mundiais. “Podemos ampliar o leque de exames realizados pelo PET/CT, oferecendo aos nossos clientes o que há de mais moderno em medicina diagnóstica”, explica o médico. A fabricação de radiofármacos trará agilidade e modernidade aos exames diagnósticos em imagem molecular oferecidos pela DASA.
-Com sede em Dublin, Ohio, a Cardinal Health, Inc. é uma empresa de serviços de tratamento de saúde de $103 bilhões que melhora a eficiência em termos de custo do tratamento de saúde. Como uma empresa de referência em tratamento de saúde, a Cardinal Health ajuda farmácias, hospitais, centros de cirurgias ambulatoriais e consultórios médicos a focar no tratamento de pacientes ao mesmo tempo em que reduz custos, aprimora eficiência e melhora a qualidade. A Cardinal Health é um elo essencial na cadeia de suprimentos de tratamento de saúde, fornecendo produtos médicos e farmacêuticos a mais de 60.000 locais diariamente. A empresa também é uma fabricante líder no mercado de produtos médicos e cirúrgicos, incluindo luvas, trajes cirúrgicos e produtos de administração de fluidos. Além disso, a empresa apóia a crescente indústria de diagnósticos ao fornecer produtos médicos a laboratórios clínicos e operar a maior rede de radiofármacos do país que fornece produtos para auxiliar no diagnóstico precoce e tratamento da doença. Classificada em 19º lugar na Fortune 500, a Cardinal Health emprega mais de 30.000 pessoas ao redor do mundo. Informações adicionais sobre a empresa podem ser encontradas em cardinalhealth.com e @CardinalHealth no Twitter.
Perfil-A DASA é a maior empresa de medicina diagnóstica na América Latina e a quarta maior no mundo. Com mais de 16 mil colaboradores, a companhia processa em média 174 milhões de exames por ano e tem como valores principais a busca constante por excelência, ética e qualidade na prestação de serviços e prazer em cuidar bem. Oferece mais de três mil tipos de exames de análises clínicas e diagnóstico por imagem. Atualmente, o grupo é formado por 24 marcas em 13 estados brasileiros e no Distrito Federal – Delboni Auriemo e Lavoisier (SP), Bronstein, Lâmina, Med Imagem, Multi-Imagem, Pro Echo e Sergio Franco (RJ); CDPI, Club DA (RJ e SP); Pasteur e Exame (DF), Frischmann Aisengart e Alvaro (PR), CientíficaLab (ES, MG, RJ e SP), CientíficaLab e MedLabor (TO), Image Memorial (BA), Lâmina (SC), Atalaia (GO), Cedic e Cedilab (MT), Cerpe (PE), LabPasteur e Unimagem (CE) e Delboni Auriemo (RS).

fonte: http://www.revistafator.com.br/ver_noticia.php?not=181686

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Consulta pública - Norma de transporte de materiais radioativos

normas
Encontra-se disponível, para comentários e sugestões, o Projeto de Norma  sobre Transporte de  Materiais Radioativos elaborado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear/CNEN. Quando  aprovado, esta norma substituirá a atual Norma Experimental 5.01, de 1988.

O Projeto de Norma baseia-se na versão de 2009 do Regulamento para o Transporte Seguro de Materiais Radioativos, publicado pela Agência Internacional de Energia Atômica-AIEA. A norma da CNEN estabelece os requisitos de segurança para o transporte via aérea, marítima e terrestre. Esses requisitos são reproduzidos ou referenciados nos regulamentos de transporte modal publicados pela ANAC (RBAC 175 e IS-175-001), pela Marinha (NORMAM 01 e 02), Pela ANTT (Resoluções 420 e 2.657) e também pela ANTAq através da Resolução 2.239. A Norma Reguladora NR. 29 do Ministério do Trabalho e Emprego e o Decreto 96.044 do Ministério dos Transportes igualmente referem-se à norma da CNEN quanto se trata de materiais radioativos.
A Comissão de Estudos que elaborou o projeto de norma da CNEN é composta por representantes das agências reguladoras de transporte modal (ANAC e ANTT) e também por representantes da industria e de setores da administração federal (Industrias Nucleares do Brasil, Companhias Mineradoras, Empresas de Transporte e Prestadoras de Serviço que utilizam materiais radioativos, fabricantes de embalagens além da Procuradoria Federal). Uma das principais alterações em relação à versão de 1988 da Norma de Transporte da CNEN é a exigência de Plano de Transporte para expedições de materiais radioativos. Assim, emissão pela CNEN de aprovações normal ou especial de transporte dependerá da adequação das informações contidas no plano. Outra alteração importante diz respeito aos testes para certificação que fontes radioativas e de embalagens, os quais passam a constituir regulamento específico. De acordo com as práticas adotadas pela CNEN, a consulta pública estabelece um mecanismo de informação e inserção da sociedade no processo regulatório e assegura transparência na elaboração e publicação dos regulamentos nucleares. As contribuições (comentários e sugestões) serão tratadas pela comissão de estudos e os autores serão notificados da decisão e dos
argumentos utilizados para a aceitação ou não de cada comentários ou sugestão. O texto completo do projeto de norma pode ser acessado na página da CNEN na Internet (www.cnen.gov.br ). Para acessar escolha o item “normas”, clique em consulta pública e faça o cadastramento com o número de seu CPF (CIC). A consulta pública se estenderá até 7 de fevereiro de 2012.


fonte: grupo de Radioproteccion

DEADLINE ECR2012 - 31 de dezembro 2011