quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Artigo compara percepção de médicos residentes sobre as melhores modalidades de imagens médicas na investigação de neoplasias e traumas

Foi publicado na edição de setembro/outubro de 2011 da revista Radiologia Brasileira um estudo sobre a percepção de médicos residentes em radiologia do 4º ano de universidades americanas sobre as melhores modalidades de imagens na investigação de neoplasias e trauma. O estudo permitia aos estudantes comparar e avaliar imagens de Ressonância Magnética, Tomografia Computadorizada, Ultrassonografia, PET e Radiografia simples. As técnicas escolhidas para melhor avaliar neoplasias foram a Ressonância Magnética e a Tomografia Computadorizada.

O estudo foi publicado pelo Prof Dr Jorge Elias Junior, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, em parceria com as universidades americanas: University of North Carolina at Chapel Hill, Saint Louis University, University of Nebraska Medical Center, Emory University School of Medicine.

Abstract:
Objetivo: Avaliar a percepção de médicos residentes em radiologia de 4º ano sobre as melhores modalidades de imagem na investigação de neoplasias e trauma. Materiais e Métodos: Vinte e sete médicos residentes de 4º ano de quatro programas de residência em radiologia americanos participaram do estudo. Aos participantes foi perguntado sobre a melhor modalidade de imagem para se avaliar o cérebro e a coluna vertebral, pulmões, abdome e o sistema musculoesquelético. As modalidades de imagem disponíveis foram: RM, TC, ultrassonografia, PET e radiografia simples. Todos os achados foram comparados com os Critérios de Adequação de Exames de Imagem e Radioterapia do ACR. Resultados: A RM foi escolhida como melhor modalidade de imagem para se avaliar neoplasias encefálicas, espinhais, abdominais e musculoesqueléticas por 96,3%, 100%, 70,4% e 63% dos residentes, respectivamente. A TC foi escolhida por 88,9% dos residentes para avaliar neoplasias pulmonares. A modalidade de imagem ótima para se avaliar trauma foi a TC para lesões encefálicas (100%), espinhais (92,6%), pulmonares (96,3%), abdominais (92,6%) e grandes lesões traumáticas musculoesqueléticas (74,1%); a RM foi escolhida para lesões esportivas (96,3%). Observou-se concordância com os critérios de adequação do ACR. Conclusão: Houve concordância entre a percepção dos residentes sobre as melhores modalidades de imagem para avaliação de neoplasias e trauma e os critérios de adequação do ACR.


Artigo disponível em: http://www.rb.org.br/detalhe_artigo.asp?id=2233

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