quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Radiografia: do filme para o digital.

Texto retirado do site da Philips(segue link abaixo)

A radiografia pouco se modificou, em sua essência, desde sua descoberta por Roentgen, em 1895, e, graças ao resultado imediato e à aplicação em várias possibilidades de apoio à tomada de decisão no tratamento das pessoas, o método se tornou o mais comum e é amplamente utilizado na área de diagnóstico por imagem. Ainda hoje, estima-se que aproximadamente metade dos pedidos de exames em diagnóstico por imagem, em todo o mundo, seja de radiografias.

Se por um lado continuam sendo os mesmos raios X descobertos por Roentgen, muito se evoluiu nos últimos anos na forma de processamento da imagem. Hoje, as imagens continuam sendo registradas em um filme – no passado eram em placas de vidro –, e transformadas em uma documentação duradoura por processos químicos. Entretanto, um número cada vez maior de centros de diagnóstico tem adotado o CR e/ou DR, em que as imagens podem ser disponibilizadas na tela dos computadores para a realização do laudo, caminhando para uma tendência mundial de “filmless”, ou seja, sem impressão da imagem em filmes.

Assim, a evolução tecnológica permitiu que se passasse a capturar as imagens digitalmente, seja por radiografia computadorizada – CR  (placas de fósforo onde imagens são digitalizadas), seja por Digital Direto – DR (painel detector digital onde imediatamente a imagem é formada eletronicamente).

Veja mais no link e também as vantagens e desvantagens de cada tecnologia de acordo com a Philips.

 
http://www.newscenter.philips.com/br_pt/standard/about/news/press/article-2012081006.wpd

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