terça-feira, 23 de julho de 2013

O que os Físicos Médicos esperam de uma Sociedade/Associação e/ou de um Conselho de Física?

Prezados Físicos Médicos do Brasil, bom dia!

Tenho recebido diversas mensagens e e-mails anônimos, questionando alguns assuntos que estão ligados à regulamentação da profissão e com a atuação da ABFM e SBF. Primeiro gostariam que entendam que compartilho de algumas dúvidas e dos mesmos anseios e expectativas.
 
O Blog de Física Médica, não tem NENHUMA ligação com a ABFM e SBF. Deixo claro, que apenas eu (Tadeu Kubo) estou ligado ao Conselho Deliberativo, mas que o Blog é um canal de comunicação/formação/informação, comprometido apenas com a Física Médica/Física.
 
Por esta razão, deixo aberta a pergunta, para que possam responde-la como comentário no Blog (anônimo ou não). Dessa maneira, poderemos realizar as operações básicas de somar as opiniões, dividir as expectativas, subtrair a indiferença, multiplicar as ações e integrar os Físicos Médicos do país do Sul ao Norte  para compreender: o que eu espero e o que eu tenho a ver com tudo isso.
 
"Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes"  
 
Um abraço,
Tadeu Kubo

80 comentários:

  1. Eu tenho alguma vantagem em ser sócio da ABFM? Ter desconto em prova é uma vantagem?

    Gostaria de ter informações e pq não poder tirar dúvidas com as pessoas de dentro da ABFM?

    Sinto falta das pessoas que nos representem mesmo.. "vistam a camisa" e formem uma Associação.

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    1. Concordo em genero e número.

      Muitos se acham dono da associação e colocam suas opiniões como única e colocam alguns nomes em cheque
      para todo Brasil como se fossem únicos e "DEUSES"

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    2. Homero Lavieri Martins27 de julho de 2013 19:24

      Sim, você tem vantagens em ser sócio da ABFM. Certamente ter desconto na prova é uma vantagem, ou não é? Porém, não é essa a vantagem que deve ser procurada. Infelizmente, falhamos gravemente ao não formar, informar e motivar corretamente as pessoas. Do meu ponto de vista, a maior vantagem é PARTICIPAR da vida da comunidade e poder ajudar opinando, trabalhando, criticando e mudando o que precisa ser mudado. Eu também sinto falta de MAIS pessoas que nos representem. Quem sabe você possa vestir a camisa, aliás, camisas há muitas nos cabides da ABFM, mas faltam pessoas que as queiram vestir. Candidate-se e venha trabalhar. Aviso importante: esteja preparado para trabalhar muito e ouvir muitas queixas. Mais um detalhe: nenhum cargo é remunerado. Quem achar que participar da vida da comunidade a que pertence não é importante, por favor, não se associe. Você ficará muito decepcionado. Quem quiser participar encontrará muita dificuldade pela frente, mas como escrevi em outro comentário, "combaterá o bom combate" e fará a sua parte. Vale a pena! Venha participar!

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    3. Homero Lavieri Martins27 de julho de 2013 19:31

      Desculpe, mas não consegui entender o comentário das 21:03. Mesmo ignorando os erros de concordância, não sei o que significa "...colocam alguns nomes em cheque para todo o Brasil..."
      Não entendo, talvez seja alguma coisa própria da linguagem de blogs a que não estou acostumado.
      Se alguém puder me explicar eu comentarei.

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Pela sabedoria dos mais velhos, nós os físicos esperamos que nunca tenha ninguém para ditar nada para os profissionais liberais, que somos. Se querem q nossa profissão caia na mesma esparrela em que todas as profissões estão, que criem conselhos e sindicatos e irão se arrepender por perderem a liberdade que tem-se hoje. Criou conselho, automaticamente vem sindicato. Alguém quer algum desses itens para acrescentar aos seus descontos e se incomodar muito? O Brasil esta afundando por estas associações criminosas. Basta vc saber fazer um bom contrato. Se vcs são professores sabe do que estou falando, se não são, deem uma olhada na situação dos técnicos... ou vejam a briga dos médicos e professores pq o governo sabe que eles existem. Ou mesmo, a OAB que representa os advogados e já está nas malhas. A ABFM é de importância para quem é especialista,e é de importância acadêmica, já para supervisores, dependerá da nova diretoria com relação aos associados e eventos. SABIA QUE IRIA SURGIR ISSO.

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  4. Vi diversas promessas da ABFM até a reformulação do site ficou de fora. Sinceramente a ABFM não está fazendo nada. Não sou sócio e nem pretendo ser, ter desconto na prova e no congresso não traz vantagem aos Físicos.
    A SBF e ABFM desempenham o mesmo papel, então por que não unir ambas?
    Sou a favor do conselho, pois para haver um concelho deve haver uma profissão, regras, condutas e etc.
    Vejam a organização do CREA, eles vão tomar o nosso lugar.

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  5. Felipe Azambuja, se vc está falando em SRP ou física médica, todos vão tomar nosso lugar se a CNEN continuar a fazer provas do estilo que são feitas. Já existem biólogos, tecnólogos, médicos e etc, atuando como supervisores. O que vc pensa que um conselho vai fazer contra o título de SPR? A CNEN está tirando os físicos da área. Tenho acompanhado os resultados das provas. Para criar-se um conselho terá que ir contra a CNEN, e nem precisaria nada, bastaria que a própria CNEN exigisse a formação em física. O CREA não faz nada também, os profissionais é que fazem, a brecha está na norma da CNEN. Eles não vão tirar nosso lugar, mas estes que citei acima vão.

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    1. Entendo Rita, mas uma profissão bem definida faz com que outras não a exerçam. Já o CREA faz sim, aqui no sul (RS) o CREA tem colocado várias empresas de física médica na justiça por exercício ilegal da profissão, pois segundo eles, somente eles detém do "poder" de exercer a função. Podemos notar o contexto jurídico (EXERCÍCIO ILEGAL DA PROFISSÃO), não temos profissão, se olharmos de uma forma geral em países desenvolvidos existem a profissão de Físico e também de Físico Médico, como poderemos exigir nosso lugar se não dispomos nem de profissão?
      A CNEN é um órgão totalmente perdido, basta olharmos diversos serviços de MED NUC irregulares aqui no sul. Onde o profissional técnico de radiologia só falta emitir laudo. Sabias que pela norma do CREA até mesmo arquiteto paisagista pode emitir laudo radiométrico e este é aceito pela V.S e consequentemente pela CNEN?
      Um conselho também determina o honorário mínimo do trabalhador. Existem Físicos formados que estão na área recebendo o montante de R$ 900,00 mês, eu mesmo tive uma oferta de R$ 1.200,00 mês para 44h/sem, não aceitei. Muitas empresas têm explorado este mérito ao seu favor.

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  6. Acho que falta união na própria classe. Tem muito físico que fala mal da ABFM, mas joga o preço do serviço lá embaixo, fazem um trabalho mal feito pra pegar mais serviços e acabam com nosso mercado. Enquanto continuarmos olhando para o próprio umbigo e não olharmos e agirmos de um modo que seja o melhor pra nossa classe, continuaremos tendo nosso mercado tomado por pessoas desqualificadas.

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    1. Concordo plenamente. Falta valorização própria como profissional. Já recebi alguns convites de físicos sem título que montam esquema de colocar gente em todo Brasil. Isto quer dizer, não existe honestidade, e a questão do conselho vem cheio de burocracias e taxas e eu vejo quem é engenheiro reclamar um monte dos conselhos (assim como todos os profissionais que tem conselho). Além disso, como é que um engenheiro vai fazer o nosso serviço sem título de SPR??? Não tem lógica. O problema continua sendo a CNEN distribuindo títulos para outros profissionais, principalmente agora que existe o curso de física médica. E a ABFM é uma sociedade sem ligações políticas, enquanto o conselho é político.

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    2. Opa...
      Graduação te dá um título.
      Especialização te dá uma qualificação profissional e não faz parte do do sistema regular de ensino brasileiro.
      Mestrado, Doutorado e Pós Doc = grau acadêmico (Me., Dr.).
      É assim por que a legislação atual é assim.
      Concordo que precisamos de mais união. Porém a ABFM se acha no direito de não aceitar a inclusão de um associado mesmo ele sendo um físico médico por que não tem duas assinaturas. Ela também se acha no direito de não deixar um candidato prestar a prova mesmo ele tendo passado por toda a experiência requerida por que falta a assinatura de um "especialista". Ahaha!
      Gente, vamos falar sério, a ABFM TEM mesmo o direito de fazer tudo isso!
      E enquanto não mudar, ela não vai ser levada a sério, e nenhuma tentativa de "união da classe" será.
      As camisas do Homero continuarão sem ninguém para preenchê-las enquanto a ABFM não parar de matar sua força no ninho.
      Vocês acham que o governo vai ficar esperando a ABFM suprir as vagas de especialistas que o Brasil precisa? As legislações estaduais da VISA e as provas da CNEN estão aí para provar que não (sem contar os exemplos indiretos que podemos tirar do que o governo fez com a profissão de professor no passado e está fazendo agora com a de médico).
      Grande abraço!

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    3. Aristides Marques de Oliveira Neto7 de agosto de 2013 08:07

      Prezado Anônimo.

      Graduação te dá um título sim, mas não te dá formação suficiente para trabalhar em áreas de Física Médica, principalmente se você não tiver treinado em um hospital.
      A inclusão do sócio efetivo se dá com 2 assinaturas de sócios igualmente efetivos e em dia com a Associação porque é estatutário esta medida. Vá na Assembléia do congresso e proponha suas mudança.
      Para fazer a prova de especialista da ABFM é preciso ter o aval/assinatura de um especialista sim, porque vimos muitas vezes no passado, que vários candidatos com comprovação de experiência duvidosa(porque alguém da clínica assinava)não conseguiam passar na prova, mesmo tentando até mais de 5 anos seguidos. Talvez porque tinham somente a graduação.
      Para seu conhecimento a ABFM está participando junto ao Ministério da Saúde de reuniões sobre formação de pessoal e tem sido sempre ouvida e respeitada.
      Para seu conhecimento também, em especial na área de radioterapia, mas em outras áreas isto também é possível, residências multi-profissionais ligadas ao Ministério da Saúde estão em vigor e aumentaram o número de vagas e valor da bolsa, para os candidatos que querem ter uma formação completa.
      Penso que é diferente do que fizeram com os professores e médicos, em especial porque muitas camisas do Homero foram e serão sempre preenchidas, em especial quando se tem interesse na profissão.
      Temos visto muitos jovens ingressando e participando da ABFM e infelizmente não vemos o seu porque como anônimo, só podemos no máximo responder às suas colocações democraticamente.

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    4. Ok, Professor. Pela primeira vez participando desse debate (e com assumido medo de me identificar), pergunto: por que você julga duvidosa uma comprovação de experiencia assinada por algum especialista não-sócio? O indivíduo que tentou por cinco vezes ser aprovado na prova pagou as cinco, isso é ruim para a ABFM?

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    5. Vou responder a este comentário anônimo em caráter excepcional. Não o farei novamente. Anônimos não receberão minha atenção em futuros comentários.

      O desconhecimento do que é a ABFM, quais os seus direitos e como ela funciona acabam por levar o debate a lugar nenhum. Não há aqui espaço suficiente para uma explicação completa, porém, tentarei ajudar.

      A ABFM é uma sociedade civil regida por um estatuto votado por seus sócios. Desde que não fira a legislação, o estatuto pode ter tudo o que a maioria dos sócios quiser. Se os sócios quiserem duas assinaturas, assim será. Para ser sócio do Corínthians há regras ou é só chegar e se associar? Veja a que ponto tive que chegar pra explicar coisa tão simples, comparar a ABFM ao Corinthians (desculpe Aristides).

      Infelizmente algumas pessoas acham que a ABFM cobra anuidade e taxa de exame para algum diretor levar o dinheiro pra casa. O que o anônimo acha que a ABFM faz com o dinheiro arrecadado com as inscrições ao exame? Acha que o presidente desvia o dinheiro? Sem comentários...




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    6. Concordo com o senhor, Homero.

      Um título de especialista conseguido na base do quem indica é a mesma coisa que o titulo de sócio do corinthians.

      É por isso que a ABFM não é nem almejar ser uma associação que representa os físicos médicos brasileiros.

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    7. Você não concordou comigo porque eu não comentei nada sobre título de especialista. Não devo ter sido claro.

      Meu comentário refere-se a associar-se. Para se tornar sócio efetivo da ABFM o candidato deve ser apresentado por dois outros sócios. Essa regra foi votada pelos sócios, não foi imposta por uma minoria, nem por nenhuma diretoria.

      Quanto à representatividade da ABFM temos dois caminhos: unir-nos ou separar-nos. Cada um escolha livremente o seu caminho.

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  7. Acho que tem muito "achismo"...rs!
    Participem da ABFM, votem, candidatem-se, enviem propostas e se não conseguirem nada, procurem outra alternativa mas façam!

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  8. "Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes" - Concordo com o Walmoli

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    1. Também concordo. Não participo mais pq já estou na reta final, mas a mim sempre foi meu ponto de apoio, independentemente de estar funcionando bem. Um conselho é uma coisa que envolve política, estou fora. Como disse acima, nenhuma profissão que pertence a conselhos está satisfeita, portanto cabe a nós mantermos o nosso caráter, como minoria de profissionais, ou vai virar essa agonia que está nesse país.

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  9. Para participar de qualquer atividade da ABFM "hoje em dia" tem que ser amigo do amigo daquele que tudo indica na ABFM.

    Muito dificil tentar fazer algo até que eles mesmo abram a guarda.

    Pois 30 socios usufruem de tudo e os outros pagam a conta.

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  10. Antes de falar isso, verifique como funciona um conselho e veja a nossa política atual. Um conselho é uma entidade política. Fale com profissionais sobre os conselhos deles, e vai ver que a coisa não funciona dessa forma. Existe mais corrupção do que vc possa imaginar, enquanto que a ABFM é voltada para o educacional, basta vc querer e participar.
    Fica a dica. Estou me aposentando este ano, não deixarei a área por completo, mas estarei voltada mais para estudos do que trabalho.
    Rita Perussolo FM0010 /MN 111/ ABFM 592

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  11. Quando saiu a norma da CNEN 3.05, para consulta pública, só haviam meus comentários e de uma outra pessoa. Quando essa norma sair, se sair (pq como eu disse, a CNEN é que abre espaço para outros), vai mudar muita coisa no cenário. A obrigatoriedade do SPR e substituto. Não vejo como uma sociedade que não participa, quando tem poder, pode reclamar. Estou falando isso como uma crítica construtiva, para que os jovens, que estão ingressando na carreira, se mobilizem mais em prol do que já existe e fiquem atentos com leitura e participação para mudar os rumos dessa profissão. Já temos fiscalizadores demais, normas demais, burocracia infinita e temos o diferencial de não estarmos ligados a órgãos desnecessários. Pensem!!!

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  12. Homero Lavieri Martins26 de julho de 2013 22:01

    Não tenho o hábito de participar deste tipo de fórum, mas o tema e os comentários deste blog me incentivam a participar. Uma das características da internet é a difusão rápida e abrangente de informações. Porém, a quantidade de informações equivocadas que circulam é impressionantemente grande e alguns desavisados acabam acreditando nelas. Vejo nos comentários uma confusão enorme. Confundem conselho com sindicato, supervisor com especialista, dão poderes a quem não os tem, ignoram a existência de leis e esperam as soluções cairem do céu. Alguns chegam a ofender pessoas que provavelmente sequer conhecem com um mínimo de intimidade. Gostaria de ajudar a "pôr ordem nessa casa". Se algum leitor quiser saber um pouco mais sobre o tema proposto, diponho-me a esclarecê-lo na medida do meu conhecimento e experiência. Com gosto eu responderei a questões que forem enviadas com a condição de não serem anônimas e do autor identificar sua área de atuação. Nem tudo saberei responder, mas espero conseguir ajudar. Respeito opiniões diferentes, mas não preciso concordar com elas, principalmente quando baseadas em argumentos falsos. Abraços.

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    1. Obrigado Homero pela disposição e participação.

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  13. Homero Lavieri Martins27 de julho de 2013 12:23

    Antes de qualquer outro esclarecimento sobre a profissão, quero iniciar comentando um pouco sobre a atuação da ABFM. Para entendê-la é importante conhecer seu estatuto ou, antes ainda, entender o que é um estatuto. Estatuto é um conjunto de leis que regem uma instituição. A ABFM tem um estatuto que pode ser facilmente encontrado em http://www.abfm.org.br/nabfm/n_abfm_estatuto.asp. Ele foi votado e aprovado pelos associados. Aqueles que discordam do que foi votado devem começar a se acostumar com o conceito de democracia, que se caracteriza pela liberdade do ato eleitoral. Muitos de nós, infelizmente, acham boa a democracia desde que nossa vontade prevaleça. Isso não é democracia. Todos os associados, inclusive e principalmente os membros do conselho e da diretoria devem obedecer o estatuto, portanto não podem fazer o que querem, quando bem entenderem. Não cobrem da ABFM aquilo que ela não tem direito de fazer. Acho que nosso estatuto tem problemas e, por essa razão, participei de uma atividade junto com o sócio Roberto Salomon para propor uma reforma do estatuto. Porém, até que as propostas sejam votadas, tenho que continuar a seguir o que o estatuto em vigor estabelece, mesmo que não ache o melhor caminho. Os utópicos podem pensar diferente, mas o mundo real é assim. Acostumem-se a ele. Temos duas opções: lutar para mudar o que não gostamos ou abandonar o barco e criticar os que lá ficam lutando. Entendo, como Aristóteles, que o homem é um animal social, portanto escolhi ficar no barco com meus companheiros e, mesmo lutando por causas que não me afetarão profissionalmente, espero poder um dia ter a graça de ter "combatido um bom combate". Cada um escolha o seu caminho. Cada um plante o que quiser e colha o que produzir.

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  14. Homero Lavieri Martins27 de julho de 2013 16:46

    "Um conselho também determina o honorário mínimo do trabalhador".

    ERRADO! Um Conselho não tem competência legal para isso. Em que se baseia essa informação?

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    1. Homero, segue um exemplo e sua fonte.

      5. Quem determina o piso salarial do farmacêutico?
      O Piso Salarial do farmacêutico é definido em cada estado pela negociação do Sindicato dos Farmacêuticos com o Sindicato Patronal, sendo posteriormente aceito, ou não, pela categoria com votação em Assembléia Geral. Desta forma cada estado tem um piso salarial diferente relativo ao número de horas trabalhadas pelo farmacêutico.

      Fonte: http://www.cff.org.br/pagina.php?id=15

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    2. Homero Lavieri Martins28 de julho de 2013 14:02

      Perfeitamente, você confirmou minha informação. No texto que você selecionou está claro que o piso salarial é definido por negociação entre o sindicato dos empregados e o sindicato dos empregadores, não é definido pelo Conselho, cuja função é fiscalizar o exercício profissional. O Conselho não representa a categoria profissional nas negociações trabalhistas. A Assembleia Geral citada não é do Conselho. Conselhos não têm Assembleias Gerais, apenas Sindicatos e Associações as têm.

      Repetindo, pra deixar bem claro: não é competência do Conselho Profissional definir o piso salarial de uma categoria. Pelo menos, eu, o Filipe e a lei concordamos, até que se prove o contrário.

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  15. Homero Lavieri Martins27 de julho de 2013 16:51

    "Criou conselho, automaticamente vem sindicato."

    ERRADO! Mais uma desinformação para ajudar a confundir o que a maioria já não conhece direito. A criação de um Conselho Profissional não tem nenhuma ligação com sindicatos.

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    1. Homero,

      Existe uma dependência do Sindicato com o Conselho, esta dependência se dá ao fato do conselho ser o responsável por habilitar um indivíduo para a profissão. Logo, não pode haver um sindicato sem haver o conselho.

      Fonte: http://www2.cfa.org.br/fiscalizacao-registro/fiscalizacao/diferencas-entre-as-finalidades-institucionais-dos-conselhos-de-fiscalizacao-profissional-e-dos-sindicatos-associacoes-de-classe

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    2. Homero Lavieri Martins28 de julho de 2013 14:11

      Nào encontrei essa informação na fonte. Em todo caso, todos já ouvimos falar no Sindicato dos Metalúrgicos. Pois é, não existe Conselho Regional dos Metalúrgicos. Metalúrgico não é profissão regulamentada. Se amanhã quiserem fundar o Sindicato dos Físicos, basta seguir os trâmites burocráticos e ele será fundado. Não sei qual o caminho, mas ele existe.

      Já ouvimos falar no Sindicato dos Professores, não é mesmo? Alguém já ouviu falar no Conselho Federal dos Professores? A lista é grande: Sindicato dos motoristas, dos metroviários, dos bancários, das costureiras, dos vigilantes... e nenhuma delas é profissão regulamentada nem tem Conselho.

      Portanto: para haver sindicato não é preciso ser criado Conselho, nem é exigido que a profissão seja regulamentada.

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    3. Desculpem-me a expressão incorreta "automaticamente vem um sindicato", o que quis dizer, é que automaticamente vão querer um sindicato, já que foi mencionada a questão salarial. Apenas, dei minha opinião sobre estes órgãos baseada no que tenho ouvido de profissionais ligados a profissões que são legisladas por conselhos e "apadrinhadas" por sindicatos. Temos um excelente exemplo de sindicato, o próprio Brasil, que não vai indo lá estas coisas. E para mais burocracias e pagar RTs e taxas existem os conselhos. Defendo a democracia, mas para isso o indivíduo necessita saber legislar sobre sua vida e saber interferir nas leis quando aparecem oportunidades. Não defendo a criação de nenhum desses órgãos, pq não vejo em que eles vão garantir o emprego de físicos e muito menos instaurar salários que não sejam compatíveis com o que os hospitais, clínicas se propuserem a pagar. Tudo é negociação, e quem vence é o lado mais forte. Po enquanto não estamos acumulados de taxas e burocracias, podendo nós mesmos negociar nossas vidas, a partir da criação de "obrigações", daremos satisfações a outros. Mesmo pq aqui em Curitiba temos em torno de 8 físicos trabalhando com MN e RXT... nem contingente para isto vai ter, quem abocanharia estes cargos? Provavelmente aqueles que não querem mais estudar ou ir para frente na profissão. O resto é dedução.

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    4. Homero Lavieri Martins30 de julho de 2013 22:14

      Prezada Rita, obrigado por esclarecer a expressão "automaticamente". Sim, é possível que um sindicato apareça. Não acredito que ele venha a ser incentivado pela criação de um Conselho, mas se isso acontecer será pela necessidade de representação da classe perante os empregadores. Minha opinião é oposta. Dificilmente algum grupo de físicos se interessará em formar um sindicato. Não acredito que ser presidente de um sindicato de físicos sejam "abocanhar" cargo. Se fosse assim, já teríamos o sindicato há anos. Alguém faz ideia do faturamento que teria o sindicato dos físicos? Lembrem-se de que a Constituição no seu artigo oitavo estabelece que ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato. Isso não é minha opinião, é a CONSITUIÇÃO! Com relação à criação de um Conselho Profissional, sua ausência permite que picaretas, salafrários, incompetentes e tratantes façam o que bem entenderem, sem nenhum tipo de controle, colocando em risco a sociedade e a própria profissão. Um Conselho normalmente cobra uma anuidade de aproximadamente R$ 300,00. Se não pudermos pagar essa taxa para termos os benefícios que um Conselho traz aos profissionais honestos, melhor mudar de profissão.

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    5. Homero e Rita,

      Na expressão "automaticamente vem um sindicato" me referi que se houver um conselho, certamente vão criar um sindicato quase que "imediatamente".

      A informação (Sindicado depende do Conselho) é um pouco "mascarada", está ali ""habilitar legalmente os profissionais para o exercício da profissão, por meio da concessão do registro profissional"". Homero, desconhecia estes fatos sobre os metalúrgicos, pois se não há uma habilitação como haver um sindicato? Até onde eu "acho que sei" Associação e sociedade é que não dependem de uma profissão.

      Concordo plenamente com o Homero, o conselho é necessário, caso não disponhas de R$ 300,00 é por que não está ganhando bem ou está gastando muito :)

      Já vi diversas empresas aqui em Porto Alegre que não detém de nenhum especialista em RX e MN e fazem o trabalho, assinam e etc. Me perguntem, como? Então eu já digo que é a famosa empresta do nome. Um MN é responsável por mais de 10 serviços (não me venham dizer que é problema da CNEN) este problema é nosso e é extremamente sério. Ainda existem aqueles que colocam um ou dois estagiários a ficaram no serviço de MN enquanto o MN responsável só assina e "quase" nunca vai ao local.

      Outro exemplo é o levantamento radiométrico sendo feito a apenas R$ 80,00 (para RX) e R$ 160 (para tomo). Agora dividam este valor por 48 meses.
      Ou que tal o sensitometria de mamo sendo feito de R$ 400 a 600 por mês, achas que consegue ir todo o dia antes do expediente o procedimento em diversas clínicas. Mas existe o jeito brasileiro que é enviar a sensito via correio ou motoboy, sim é o técnico/tecnólogo/aux de câmara escura que efetua o procedimento de sensito (há mas não há lei impedindo isso, correto, mas você se tornou físico para isso?)

      Sim, pagamos muito impostos e não vemos o retorno deles, mas num conselho e sindicato fica mais fácil observarmos e garantirmos o retorno. (Como o Homero salientou ninguém é obrigado filiar-se ao sindicato).

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    6. Homero Lavieri Martins2 de agosto de 2013 21:35

      Dúvido muito que alguém se disponha a fundar um sindicato. Alguém tem ideia da remuneração dos cargos de diretoria de um sindicato? Provavelmente um professor de escola estadual ganhe mais (acho que agora peguei pesado kkk). Vamos deixar a profissão sem controle e permitir que esses lamentáveis fatos descritos pelo Filipe continuem acontecendo porque temos medo de que se funde um sindicato? Confirmo a informação: Conselho não tem NENHUMA relação com sindicato. Sindicato não tem NENHUMA relação com profissão regulamentada.

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  16. Aristides Marques de Oliveira Neto27 de julho de 2013 18:48

    Um blog sério como este que o Tadeu está se propondo a realizar, precisa que todos se envolvam nos debates, entendendo melhor o que é a ABFM, seu estatuto, suas eleições(que estão perto de acontecer), seu Conselho e sua Diretoria. Também recomendo que leiam atentamente no site da Associação, todas as regras que norteiam atualmente o funcionamento da mesma, porque precisamos de sócios participantes que dentro das regras atuais estabelecidas, ou futuras, consigam tornar a ABFM o local, o fórum, onde todos os Físicos Médicos conseguirão encontrar suas repostas pessoais e profissionais. Estamos vivendo um momento onde se aproxima a regulamentação da profissão e ABFM e SBF tem estado lado a lado nestas conquistas, num trabalho duro e tenham a certeza de que, apesar de termos uns 350 sócios apenas pagantes na Associação e na Sociedade quase 6 mil, temos sido reconhecidos por muitos que antes diziam que NÃO éramos Físicos. A hora é esta e faz-se necessário que muitos Físicos Médicos participem da Associação, porque em breve seremos Todos Físicos, com regras muito bem estabelecidas, que precisam se discutidas agora.
    "O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons"
    Martin Luther King

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  17. Tadeu,

    Parabenizo-o pela inciativa de criar este diálogo. Estou "doido" para saber como ficará o bate-papo final.

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    1. Homero Lavieri Martins28 de julho de 2013 14:17

      Espero que este bate-papo não se limite a nós três. Está bom, mas se ficar só entre nós o ganho será pequeno.

      Como não somos profissionais do Direito, certamente escreveremos algumas bobagens, mas no final o saldo será positivo.

      Acho importante ressaltar que algumas vezes escrevemos informações com base sólida e outras vezes apenas de ouvir falar. De minha parte, quando for de "ouvir falar" farei questão de que todos saibam disso pra não tomarem como verdade indiscutível.

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  18. Aristides Marques de Oliveira Neto29 de julho de 2013 09:29

    Entrei na ABFM em 82 provavelmente pelos mesmos motivos que muitos se associam, ou seja, esperando que a Associação me desse tudo que precisava para ser um bom profissional. Muito rapidamente percebi que era preciso participar da Associação em todos os níveis e comecei a frequentar congressos, jornadas e em especial suas assembleias, que é o momento para se esclarecer dúvidas ou colocarmos alguma opinião pessoal ou coletiva. Já fui secretário regional e por duas vezes conselheiro da ABFM e tenho as lhes dizer que é preciso muita dedicação, estudo e muitas vezes paciência para resolvermos alguns problemas que estamos tendo como Associação, onde temos sido muito questionados sobre vários assuntos, como salário, concursos, relacionamentos com outras profissões, etc...Quero destacar que este conselho da ABFM, tem suas regras bem definidas no estatuto e não é o Conselho da profissão de Físico, que será com certeza muito mais abrangente e direcionado ao exercício e fiscalização das atividades de todos os profissionais, quem sabe até mesmo o professor. De qualquer modo ressalto mais uma vez, que é preciso a participação de todos os colegas da Física Médica para haver renovação, consciente e organizada. Vem aí o Congresso da ABFM. Participem, estudem e fiscalizam com seriedade. Peçam esclarecimentos à Diretoria, Conselho, Tesoureiro, Secretário, baseados no estatuto e em fatos que possam contribuir para o nosso engrandecimento. Lembrem-se, somos apenas 350 sócios pagantes, enquanto a SBF tem pelo menos uns 5 mil, mas isto não foi motivo para desmerecimento junto à Sociedade co-irmã.

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  19. Homero Lavieri Martins1 de agosto de 2013 21:35

    Fico surpreso com o nível de desinformação sobre a ABFM. A frase "Pois 30 socios usufruem de tudo e os outros pagam a conta" beira o ridículo e não sei se merece resposta. Fico até com receio de ser mal educado com a pessoa que a escreveu.

    Lamento o debate ficar tão restrito. Provavelmente não continuarei participando. Se o Filipe ou a Rita quiserem continuar poderemos fazer isso por outro canal, email ou pessoalmente, por exemplo. Lamento que o debate só seja de interesse dos anônimos quando é para criticar. Quando encontram posição oposta um pouco mais sólida parece que perdem o interesse. Que pena. Quem bate tem que estar disposto a apanhar. Agradeço o Tadeu, o Aristides, o Filipe e a Rita.

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    1. Prezados,
      Vou divulgar este post para que tenha mais repercussão e quem sabe posturas mais coerentes e construtivas para a profissão.

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    2. Homero,

      Não nos abandone. Sei que algumas críticas negativas nos dão "raiva" e nos atinge de certa forma.

      Já fiz muitas dessas críticas a pessoas que não a mereciam (Ex. Ana Maria Marques), mas infelizmente não as tinha como fazer a outra pessoa. A PUC não disponibiliza (critique a PUC), mas disponibiliza (Critique a Ana Maria).
      Hoje, vejo pelo Homero, que a devo ter magoado (antes tarde do que nunca), mas foi no calor de diversos momento que acabaram se focando em quem não devia. Nunca pedi desculpa, então aproveito o espaço, desculpa Ana.

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    3. Homero Lavieri Martins2 de agosto de 2013 21:47

      Gostaria de salientar que não estou com raiva de ninguém. Já fui secretário geral da ABFM, fui conselheiro, vice-presidente, presidente, coordenador de banca examinadora, organizai congressos e cursos junto com outros colegas e acho que estou bastante calejado. Ouvir críticas é bom, principalmente quando são fundamentadas. Ler abobrinhas anônimas não me deixa com raiva, fico apenas decepcionado por ter colegas de profissão que não entendem o que é democracia. Antes de eu entrar no debate parece que as pessoas tinham mais interesse. Assim que coloquei um pouco de "ordem na casa", apenas dois ficaram, o resto fugiu. Acho que não aguentariam o debate e as críticas infundadas não receberiam mais aplausos. Parabéns Filipe e Rita é assim que se faz uma crítica, falando e ouvindo.

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    4. Homero Lavieri Martins2 de agosto de 2013 21:54

      Algum anônimo disse que 30 pessoas usufruem da ABFM enquanto os outros pagam. Que pena falharmos tanto em divulgar o trabalho da ABFM. A culpa é nossa. Gostaria de entender o que a mente que elaborou esse raciocínio pensa. Organizei o CBFM2009 com a ajuda brilhante e fundamental de alguns colegas. Sabe o que eles ganharam além de muito trabalho? A inscrição no congresso. Acham que isso é usufruir? Outro ponto interessantíssimo é que não temos 30 pessoas ajudando na ABFM! É muito difícil os sócios quererem ajudar. Hoje não conto 10 pessoas ajudando de fato. Sabem o que cada um usufrui? Melhor não contar pra não afugentar os que ainda tenham disposição para ajudar.

      Fica aqui um desafio ao anônimo: faça uma lista das coisas que esses 30 sócios usufruem. Não precisa dizer quem são esses 30, nem precisa identificar-se.

      Para cada coisa que constar da sua lista, eu colocarei 10 trabalhos feitos por esses sócios de forma gratuita e dedicada.

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  20. Homero, pelo número de acessos deste post, garanto que há muito mais profissionais do que imagina. A motivação deste post foi "provocar" a discussão sobre tópicos que sou cobrado com certa freqüência por fazer parte da ABFM. As pessoas muitas vezes criticam, mas não se envolvem, não tentam fazer a diferença. Que bom que temos pessoas dedicadas e comprometidas. Espero que continuem firmes e perseverantes!

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  21. Prezado Francisco Carrieri. Como os comentários são "moderados" por mim, cliquei errado no seu, através do celular, e o exclui. Eu o tenho no e-mail e estou postando agora.

    Ps.: com exceção deste todos os outros foram publicados por seus autores originais mesmo os anônimos.

    Caríssimo colega Anonimo e demais que aqui nos lêem,

    Para participar da ABFM basta apenas se interessar a isso. Esse tem sido o mal que a ABFM vem sofrendo anos a fio. As pessoas - como mal de todo brasileiro - não se conscientizam que a Associação não é de ninguém, a Associação é nossa, mais do que isso, a Associação, seja ela qual for somos NÓS (que as fazemos).

    Quando alguém faz algo, como sabiamente disse o Homero, tem sempre quem apoia e quem critica (a maioria). Críticas para mim são muito bem vindas, pois trazem dentro de si um desejo de melhorias, aprimoramentos, e assim devem ser encaradas, sem pessoalismos.

    Entretando como dizem os mais sábios, palavras sem ação não são nada. E, as vezes essa ação depende de quem gerou a crítica (pessoa ou grupo). Tenho visto na ABFM muita gente fazer "muito barulho por nada" e na hora de agir deixa pra lá. Enquanto todos os físicos médicos, sócios ou não-sócios ficarmos de braços cruzados teremos esse mar de questões por fazer, por discutir e por reclamar, com razão até. Não importa a instituição, Associação, Conselho, etc...., quem as faz são as pessoas e sem pessoas não teremos nada mesmo.

    Gostaria de saber qual é esse usufruto a que menciona, pois quem atua/atuou na ABFM só tem trabalho adicional, sem pagamento e com muitas críticas e poucos apoios, então perdoe minha ignorancia, mas não entendi essa parte. Mesmo que alguns tenham tentado angariar algum "poder político ou prestígio pessoal", mesmo assim, o fez com algum grau de boa intenção (me permita ser idealista neste momento). Então como dizia o sábio filho do Homem: "quem não está contra nós está a nosso favor", que venha então, mesmo que em dose muito pequena.

    De qualquer forma, estarei ao seu lado e de qualquer outro colega que venha a defender melhorias a nossa área seja da forma que for, via ABFM ou outra Instituição. E para isso convido-o e a todos os nossos colegas, sem exceção a participarmos disso de forma ATIVA (desculpe o maiúsculo nesta, mas se faz necessário o destaque) e não passiva. Há muitas forma de participar, esta é uma delas e está fazendo sua contribuição. Só peço que olhemos um pouco mais para o horizonte.

    Eu e muitos dos que aqui escreveram já demos nossa contribuição, boa ou ruim, fizemos nossa parte no degrau da escalada, mesmo nao chegando ao topo.

    Você já fez a sua dentro das diversas posições da ABFM? Antes que diga que tentou e foi tolhido, no estatuto há formas claras de coibir questões de amigocracia a qual repudio. Então quem realmente é um sício ativo, lerá o estatuto e lá encontrará os caminhos necessários as formas de ação a queme refiro e reitero, convido a todos.

    Grato, att.

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  22. A ABFM é o único órgão que nos representa (bem ou mal) hoje. Os brasileiros tem a necessidade de opinar sempre e, na maioria das vezes, criticam sem propor soluções. Devemos exercitar esse hábitos e debater construtivamente para melhiorarmos sempre.

    Entre muitas coisas, acho que a ABFM deveria fortalecer os credenciamentos de instituições para residências/aprimoramento. Ela não deve controlar a abertura de novas vagas e nem as contratações de profissionais sem especialização, mas deve lutar pela conscientização das entidades e sociedade da importância desses profissionais bem treinados em locais credenciados.

    Também acho interessante a contratação de uma empresa especializada para analisar o mercado e fazer uma estimativa do número de físicos médicos necessários no futuro, tendo em vista a ampliação principalmente da Radioterapia. Ou seguir o exemplo da AAPM, que fez em fevereiro um Workshop para essa duscussão lá (http://www.aapm.org/meetings/2013HubSpokeResModelsWkshp.asp)

    Bem, parabéns a todos pelo debate e quero continuar acompanhando e participando dele.

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  23. Irei ao Congresso de São Pedro semana que vem e tenho recebido muitas "críticas" por isso. Confesso que não fui nos ultimos dois anos e tenho refletido sobre a posição cômoda de muitos sócios em relação a ABFM.

    Acho que devemos fortalecer nossos congressos brasileiros e, assim como o povo brasileiro foi às ruas lutar por mudanças, assim os sócios devem agir com a ABFM, não apenas se resignar ( mas sem depredações! Risos).

    Lembro-me muito do Horacio, fisico da McGill, que disse que os fisicos canadenses só ganharam força quando separaram-se (congressos, reivindicações, etc) dos médicos.

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  24. Aristides Marques de Oliveira Neto6 de agosto de 2013 06:51

    Prezados, fiquei alguns dias sem acessar o blog, pois pensei que a participação tinha terminado. Que bom que não, mas queria dizer ao Filipe que em todas as profissões tem profissionais péssimos ou desonestos. Sou Físico de Radioterapia e há muitos anos atrás vi colegas fazendo dosimetria de cobalto por sedex, usando dosímetro clínico de radioterapia para fazer levantamento radiométrico de tomografia e coisas do tipo. Acredito que isto na radioterapia mudou muito por causa do título de especialista e também pela perspectiva da regulamentação da profissão. No passado quando via estas situações, eu me dirigia ao radioterapêuta ou radiologista e explicava como era o protocolo de dosimetria ou levantamento radiométrico e consegui mudar algumas coisas. Quando morei em Porto Alegre fazia isto. Hoje já não ouço falar mais disto, porque os médicos ou empresários nos exigem o Título de Especialista da ABFM, que tem sido uma referência de qualidade. Convido-o a entrar na ABFM e fazer a prova, porque inclusive nos últimos anos a procura pelo Título dos colegas do Radiodiagnóstico tem sido muito baixa e da Medicina Nuclear quase zero. Com a regulamentação, o exercício profissional vai acabar com estes péssimos profissionais e quem tiver o Título, terá mais condições de lutar pelo mercado de qualidade, que ainda temos muito que impor e conquistar. Na Radioterapia em 1973, o falecido amigo José de Júlio Rozental, exigiu como diretor da antiga Corad, a presença de Físicos nos serviços de Radioterapia e talvez este tenha sido um diferencial para nós de RT e se você observar de lá para cá já se passaram muitos anos. Só vejo um caminho. É lutarmos juntos na ABFM.

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    1. Sim, concordo que haja todo o tipo de profissional, mas não serão estes "maus" profissionais que estão lutando contra Conselho, Sindicato ou ABFM? Claro que existem os dois lados, bons e maus, sendo a favor e sendo contra. Não são somente os impostos e taxas que os deixam preocupados, afinal quem paga esta conta é o cliente, assim como pagamos as deles quando utilizamos os seus serviços. Acredito em uma coisa, físico deve fiscalizar físico, ou seja, viu coisa errada converse, não deu certo então denuncie. Não quero ver a minha (a nossa) profissão perdendo respeito por conta destes maus profissionais. Por isso, gostaria tanto de uma fiscalização rigorosa e eficiente.
      Quanto a prova, eu adoraria fazer, mas não tenho como reconhecer o tempo de serviço, pois este foi "por fora" sem contrato, sem nada. Exato, eu me prestei a fazer algo deste tipo e me arrependo até hoje. Trabalhei numa empresa na qual era e não era empregado por 44 h/sem, nem a coloco ela no Linkedin ou no currículo.
      Hoje, estou recomeçando, dia 15/09/13 começo o meu mestrado em Física Médica na Universidade do Porto em Portugal pretendo dar um novo rumo e focar em radioterapia, atinga paixão no qual foi "desaconselhado" a seguir.
      Quero deixar uma dúvida (off-topic). Por que deve haver sócio proponente para se associar? Não vejo necessidade disso.

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    2. Prezado Filipe,

      A função de um Conselho Profissional é exatamente fiscalizar seus pares.

      Você submeteu sua inscrição à prova de título ao conselho da ABFM?

      O mestrado não é a porta de entrada na Radioterapia. A melhor forma é a residência. Fazer o mestrado irá, evidentemente, agregar formação, mas não substitui a residência. Não sei por que você foi desaconselhado. Talvez por alguém sem conhecimento da área.

      A necessidade de sócio proponente pode ser discutida, porém hoje é assim pela vontade da maioria dos sócios que votaram um estatuto. Não se deve comparar com o CREA, como fez um anônimo. O CREA não aceita sócios, ele inscreve profissionais. O CREA não pode recusar uma inscrição sem razão legal e, evidentemente, não pode exigir apresentação por outros inscritos, são coisas completamente diferentes.

      A ABFM tem o direito de recusar quem não cumpre com os requisitos estabelecidos no estatuto. Aliás, o conselho da ABFM tem a obrigação de recusar o candidato que não seja apresentado, caso contrário não estará cumprindo com o que estabelece o estatuto. Exigir dois sócios não é arbitrariedade como alguns anônimos querem fazer parecer. É, sim, cumprir com as regras em vigor.



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    3. Saudações Homero,

      Sabemos que o nenhum conselho profissional é onipresente e também que detém de pessoas suficiente para o devido fim, logo alguém deve fazer a denuncia chegar até eles.

      Não submeti a minha inscrição devido aos fatos:
      Não detenho da comprovação das horas;
      Não havia um especialista na empresa.

      Obs.: Existem horas que a sobrevivência fala mais alto. Mas, nunca fiz nada de errado, dentro das minhas convicções.

      Tenho a ciência que o mestrado não é a porta de entrada para a radioterapia, mas infelizmente não passei na prova de residência na PUCRS. Como são pouquíssimas vagas e muitos concorrentes, decidi aprofundar mais os meus conhecimentos em Física Médica e também em Radioterapia, também penso em fazer a residência por lá e posteriormente, se for o caso, pedir o reconhecimento por aqui. Pois, não sei se volto, gostaria de ficar por lá mesmo, é um sonho antigo morar na Europa.

      O CREA foi utilizado como um exemplo para afirmar a necessidade de um conselho.

      Concordo com o Anônimo quando diz que devemos nos unir cada vez mais e o fato de ABFM exigir as duas assinaturas dificulta isso. Entendo, que são as normas vigentes, mas saliento que em minha opinião esta norma deve cair. Ao recusar um Físico ou estudante a ABFM perde força. Ser sócio não é ser capacitado e muito menos especialista é simplesmente um sócio. Concordo com as regras de especialista, isso que estou fora, mas observem que isso não está ajudando no sentido aumentar o número de profissionais em seus setores. Um exemplo, as maiorias das empresas de FM contratam estagiário e quando este completa dois anos, vai embora e começa um novo ciclo e algumas empresas não detém de especialista e quando detém nem sempre são sócios. Vejo muitos "recém" formados abrindo empresas, pois não conseguem colocação no mercado pois não são especialistas. Vejamos quantos físicos se formaram a 2 anos atrás e quantos detém das horas necessárias ou ainda quantos fizeram a prova, acredito que seja 10 a 15%. Deve ter uma estatística dentro da ABFM que diz a média do tempo de formação dos inscritos para a prova de especialista. Se tiver acesso por favor poste aqui (por curiosidade pessoal). Aí fica a dúvida, falta de interesse ou de oportunidade?

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    4. Esqueci. Quando ao desaconselho foi por parte de uma pessoa que não era da área. Estava no 3 semestre de faculdade e me foi apresentado um caso de radioterapia, ele fez um drama todo e que acabei "chorando". Enfim, me comovi com a história e com isso ele me aconselhou a ir para o radiodiagnóstico, pois na rt iria viver aquilo todos os dias. Quando fiz o estágio vi que não era nada parecido com o que ele havia dito, nem o trabalho, nem o fato de ter contato com os parentes e com o paciente.

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  25. Essa discussão está um pouco fora de hora para mim, mas vale pela experiência. Desculpas pelo anonimato.

    Me formei em física médica, fiz mestrado e doutorado na área de radiodiagnóstico. Muito foi minha surpresa quando, no meio do meu doutorado, não pude me associar à ABFM pois faltavam as assinaturas (que eu não estava tão afim de correr atrás).
    Pois bem, emprego não precisava de assinatura.
    Há algum tempo atrás fiz engenharia de produção no esquema EAD pela Unisa, o CREA me aceitou.
    A pós-graduação em segurança do trabalho também!
    E olha só, a vigilância até me cadastrou como prestador de serviço em radiometria, lógico que tive que arcar com o custo de vários equipamentos. Outro que me aceitou foi meu sócio médico, cirurgião e especialista em medicina do trabalho.
    Hoje faço laudos muito menos complicados que cq/lr cobrando mais do que cobro por eles. Não cobro pouco e já vi muito "especialista com título" (não é graduação que dá título?) fazendo e falando coisas absurdas.
    Bom, voltando, estas exigências de assinaturas para associar-se e a atual para prestar prova são um pouco desnecessárias, não? Devo muito do sucesso que tive e ainda tenho na minha profissão à elas.
    Não vejo outra razão para tê-las se não obrigar o rapaz em início de carreira a ter de escolher entre ABFM ou carreira acadêmica já que várias faculdades de renome não contam com profissionais associados à ABFM, quanto mais especialistas para assinarem para o seu aluno de pós graduação (que sabe muito mais dos testes mais atuais que muito "especialista com título" que sobrevive fazendo dentista e nunca pegou uma DQE na vida).
    Fica aqui minha experiência, espero que útil de alguma forma...

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  26. Prezado Anônimo de 07/08/13 às 18:37
    Grato pelo título de professor. Minha intenção foi a de lhe esclarecer o que estivesse ao meu alcance.
    Em relação aos seus comentários, em primeiro lugar, sinto muito pelos seus receio de se identificar.
    Em relação às provas de Título da ABFM, sugiro você ler no site as condições que o candidato precisa ter para fazer a prova.
    Eu disse no meu comentário que "alguém da clínica assinava" e este alguém às vezes nem era especialista.
    Como tenho certeza que você vai procurar no site as condições da realização da prova, irá encontrar que o físico que responde pela formação daquele candidato, tem que ser especialista sim, mas em nenhum momento está escrito que precisa que ele especialista tenha que ser sócio da ABFM.
    Obviamente que tem que ser um Físico Especialista certificado pela ABFM.
    Em relação às taxas pagas pelos candidatos para fazerem as provas, não se iluda que a Associação não conta com estes recursos financeiros para sobreviver. Às vezes os valores pagos pelos candidatos empatam em termos de custo para a Associação, porque ao convidarmos os Físicos Especialistas para serem bancas de prova, Médicos, etc..., a ABFM banca estadia e passagem aérea destes colegas que aceitam esta condição. Se você quiser falar comigo no meu email, por favor não se acanhe. aristidesoliveira466@hotmail.com
    Abraço.
    PS: Ainda depois de tudo isto, uma inscrição se tiver algo duvidoso o Conselho Deliberativo se coloca à disposição para avaliar a situação.

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    1. Aristides e Tadeu,
      Algum post foi apagado? Não visualizo a postagem referida pelo Aristides (Prezado Anônimo de 07/08/13 às 18:37). Só vejo a (Anônimo de agosto de 2013 20:41).
      Abraço

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    2. Olá, professor Aristides, no artigo 1.4 do Regulamento Técnico para reconhecimento da qualificação de físicos médicos (http://www.abfm.org.br/nabfm/doctos/titulo/revalida.pdf) o item 4 (página 6) diz "Comprovante(s) de ter realizado experiência mínima exigida, assinado(s) por um físico especialista da área sócio da ABFM". Minha interpretação deste trecho é incorreta?

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    3. É verdade Anônimo. É preciso mesmo que o Físico Especialista seja sócio da ABFM. O candidato não precisa ser sócio, mas o Especialista sim. Na verdade fiz o que lhe pedi, ou seja, fui ler o item pertinente e você tem razão. Então se seu orientador , Físico Especialista, não for sócio, você não pode fazer a prova da ABFM. É a regra atual.

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  27. É uma pena que só tenha entrado neste debate agora...estou passando por obras e estou sem internet de fácil acesso. Fico muito feliz com essa discussão, pois nos tira mesmo daquela zona de conforto e nos coloca para pensar em bases nas quais fundamos nossos próprios argumentos e muitas vezes estão equivocadas. Sou sócia da ABFM desde meu 2º período de faculdade. Nesta época fazia um estágio em radioterapia (hoje sou da medicina nuclear, coisas da vida....) e o físico responsável pelo meu estágio foi muito enfático ao dizer que tinha que me associar e que participar das assembleias, pois essa era nossa única representação enquanto classe. Acredito nisso até hoje. O que não significa que concorde 100% com a ABFM, ou que esteja satisfeita com ela, mas a vida não é assim mesmo? Houve um tempo em que participava mais e, devo dizer com muita sinceridade, não fui ouvida nos meus questionamentos, dúvidas ou solicitações. O contato era difícil e a comunicação pouco eficiente. Havia alguns e-mails disponíveis, mas ninguém respondia até que conseguisse um e-mail pessoal, ficando assim difícil ser ignorada. No meu último contato (no ano passado) foi exatamente assim que aconteceu e, até que a solução final para a questão despontasse, demorou muito, passei por muitas pessoas e muitas promessas cumpridas e não cumpridas. Confesso que essa sequência 'esfriou' meu ânimo de participação. Mea culpa. Bom, o tempo passa e nos traz cabelos brancos, quilos a mais e maturidade (ufa!) e hoje percebo que me afastar não melhora, ao contrário, mantém o status quo. Não concordo com as assinaturas para admissão de sócios, tenho reservas em relação a prova de especialista, mas se não estiver dentro, ativa, participante, como mudar? Como foi muito bem colocado em todo este debate, precisamos mesmo nos informar para criticar/elogiar com fundamento e nos unir enquanto classe para tornar a ABFM (que é nossa única associação, gostando ou não) um grupo forte e coeso que efetivamente represente os físicos médicos, até porque não existe uma entidade estanque chamada ABFM, ele é formada por pessoas....é sempre bom lembrar.

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    1. Janaína, achei seu comentário muito bom. Infelizmente algumas pessoas que não concordam com a situação das coisas acabam desistindo de lutar e passam para o lado confortável de apenas criticar. Aliás, atualmente fazer críticas jocosas é até algo popular e tido como bonito. Basta assistir a qualquer telejornal ou ler revistas nacionais para perceber que há uma infinidade de críticas engraçadinhas e pouquíssimas propostas.

      Lamento informar aos que tentam diminuir a ABFM, mas bem ou mal ela é a única instituição que representa a comunidade. Infelizmente, poucas pessoas participam e é muito difícil atender aos inúmeros pedidos que são encaminhados para a diretoria. Lembrem-se de que os diretores da ABFM trabalham normalmente, têm atividades sociais e nem sempre conseguem atender aos anseios dos sócios como seria desejável. Só para dar uma ideia, para a preparação do nosso congresso de 2009 eu respondi cerca de 7000 emails. Isso mesmo, sete mil.

      O erro não é da instituição pois a ABFM não faz nenhuma ação por si, são os sócios e seus diretores que fazem. Como bem dito, a ABFM é formada por pessoas. Se mais gente participasse em vez de apenas reclamar seria bem diferente.

      Fica a lição da Janaína: reclamem menos, critiquem à vontade e participem mais.

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    2. Penso que a questão da comunicação com a ABFM é um ponto nevrálgico da associação, vejo muitas pessoas reclamando disso. E, cá entre nós, responder 7000 emails é meio hercúleo, não? Talvez se tivéssemos mais pessoas, talvez acesso facilitado para estudantes que pudessem ajudar na organização dos congressos (respondendo e-mails, por exemplo), melhorasse a comunicação. Fato é: precisamos de mais pessoas envolvidas, com essa energia que foi movimentada aqui neste debate para 'brigar' dentro da ABFM, de forma mais produtiva....

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  28. Reforço: "Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes" participem da ABFM. Façam a diferença! Nos encontraremos no Congresso.

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  29. Vou aderir ao método.

    Reforço: podem criticar à vontade, mas reclamem menos e trabalhem mais.

    Muito tempo atrás eu falei para um ex-secretário geral da ABFM: "quem já foi da diretoria nunca mais reclama de diretoria nenhuma".

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    1. Prezado Senhor Homero,
      Observei as intervenções é parabenizou por elas, porém estou em busca de informações as quais já solicitei aos membros da ABFM por e-mail, que estão de forma pública no site da instituição, sem receber nenhuma resposta.
      Represento alguns físicos que me contrataram para estudar a atuação da ABFM e a expedição de certificados de especialista, porém no endereço que consta na Receita Federal não funciona a sede.
      Seria possível me enviar o embasamento legal para atribuição dos titulo e restrição da atuação de físicos médicos que não são certificados pela ABFM.
      Aguardo contato pelo e-mail: p.r.sousa@r7.com
      Cordialmente,

      Dr. Paulo Sousa
      OAB/RJ

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    2. Vou me aventurar nessa. Não sou ligado a ABFM e espero não falar besteira.

      Prezado Paulo,

      Primeiramente acredito que há uma confusão a ABFM não pode restringir a atuação dos Físicos ou de qualquer outro, quem o faz é a CNEN, através da certificação de profissionais. Não há referências na missão ou atividades da ABFM que implique a interpretação de restrição da atuação. A prova de título serve como uma referência de conhecimento teórico e prático, e algumas empresas contratantes seguem esta referência dando a impressão de que é obrigatória.
      É importante sabermos sobre qual titulação você gostaria de maiores detalhes, pois se for de Radioterapia e/ou Medicina Nuclear existem normas na CNEN.

      Abraço,

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    3. Obrigado Filipe,
      As considerações são em função dos editais de concursos como da EBSERH/MEC (Maranhão e Brasilia) que utilizam como requisito ter titulo da ABFM.
      Outra situação observada, é a atribuição do titulo de especialista (radioterapia, medicina nuclear e radiodiagnóstco), pela ABFM sem nenhuma norma legal que autorize.
      Respeitando a devida privacidade, também é assustador os valores para a prova de títulos e anuidades, bem como, os critérios para poder realizar a citada prova.
      Quanto as normas da CNEN, realizei um pequenos estudo (preliminar), e é possível observar a presença da associação de forma oculta, indireta. Mas muito presente nos editais e nas visitas realizadas pelos seus fiscais, coagindo de certa forma os físicos que não tem título da ABFM.
      Como a Constituição prevê que o Congresso Nacional crie lei para regular as profissões, no caso da Física alguns anos (rs) tramitando, e, o MEC o sistema educacional, para a concessão de títulos.
      Neste contexto venho realizando estudos para auxiliar físicos médicos, graduados e pós-graduados, que possuem formação e vem há muito tempo trabalhando no mercado a terem seus direitos respeitados e se for o caso, não tenha que se submeter as prova de títulos da ABFM e seus elevados gastos.
      Lógico que sendo amparado por lei a atuação da ABFM, compreender e aceitar. Caso contrário, buscar o combate ao seu lobby junto a CNEN e demais orgãos do poder estatal que vem assustando alguns colegas de vocês de profissão e que a partir de 2014 podem não mais exercer o cargo de físico médico, sendo restrito apenas o de supervisor, o qual possui legislação própria do poder público.

      PS. O português da escrita é do celular, desconsiderar pequenos erros. rs
      Abraço e se necessário conte conosco.

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    4. Prezados, o Blog de Física Médica tem o propósito de auxiliar no crescimento e divulgação da Física Médica de maneira positiva e independente. Não há qualquer vínculo com a ABFM, mas com os físicos médicos. A física aplica à medicina é séria e exige um comprometimento e conhecimento específicos. Independente da minha opinião pessoal sobre o processo da maneira que é realizado hoje, seja pela ABFM, pelas residências, graduações, Pós-graduações,etc, há a necessidade de que o profissional que atue nas áreas da saúde, seja qualificado para exercer a profissão, como é realizado por outras áreas e instituições como a OAB. Se a profissional é competente, comprometido, pró-ativo e executa as funções de físico médico com primazia, não entendo o medo em prestar ou ser submetido a testar seus conhecimentos e ser avaliado dentro de sua área de atuação. Por que os médicos não questionam os exames??? Por que os advogados não questionam a OAB??? Por que os supervisores de radioproteção em medicina nuclear não questionam a CNEN? No futuro, se os físicos forem mais organizados, acredito na subdivisão das áreas, como é feito na medicina, engenharia,etc. Um médico para ser reconhecido como médico nuclear, tem que ser submetido a uma prova de título, o advogado para exercer a profissão tem que ser submetido a uma prova de título. No meu entendimento, o propósito é selecionar os profissionais mais preparados dos aventureiros. Talvez a maneira como é realizado o exame e o regulamento atual da ABFM, não satisfaçam um grande grupo de pessoas, mas acredito que ainda sim, é mínimo para ter melhores profissionais. Os equipamentos que lidamos hoje, utilizam radiações ionizantes e não ionizantes, e, conduzidos de maneira errada, podem prejudicar e comprometer a vida dos pacientes. Espero que no futuro, o profissional, como é realizado na medicina, que desejar uma título, possa executar a qualquer momento as provas, onde seus conhecimentos serão profundamente avaliados. Se o médicos, são avaliados, os advogados e outras classes, por que com os Físicos Médicos seria diferente? Nos EUA os MP são submetidos a testes, por que aqui seria diferente? Quando vamos acreditar um site para ensaios clínicos, as pessoas são avaliadas, os equipamentos (ACRIN e ACR), exigem atualização constante dos profissionais (CME),etc...etc... Por que alguns têm tanto medo? Eu gostaria de ser avaliado, mas na configuração atual da prova de especialista da ABFM, infelizmente não posso. Esta é uma opinião pessoal, que não tem valor e não representa NUNCA em NENHUM momento, a posição da ABFM. O blog tem seu alicerce na promoção formação, interação e "diversão", relacionados à Física Médica para Físicos Médicos. Advogados, engenheiros e pessoas que queiram somar são muito bem-vindas! Aqueles que buscam respostas da ABFM, procurem a ABFM e não o Blog. Tudo o que escrevo e publico neste meio de comunicação, não tem consentimento da ABFM, não é aprovado pela ABFM, não é incentivado pela ABFM, não é patrocinado pela ABFM ou tem qualquer outro vinculo/apoio da ABFM. Na cronologia das minhas atuações o Blog vem antes de eu me associar à ABFM. Eu mantenho o Blog, com MUITO esforço, dentro de INÚMERAS atividades, é realmente MUITO difícil. Eu o faço pelo simples prazer e necessidade auxiliar na formação, e viabilizar de uma maneira mais fácil a informação para que os profissionais fiquem sempre atualizados, o que é fundamental em todas as áreas.

      Por esta razão, solicito que assuntos que exijam um parecer da Associação Brasileira de Física Médica, sejam conversados no site da ABFM, através do e-mail da ABFM, carta à ABFM, fax, etc. menos no Blog.

      Grato pela compreensão de todos os participantes,

      Tadeu Kubo

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    5. Prezado Paulo,

      Obs.: MP = Medical Physic

      Concordo plenamente que os valores são elevados, mas estou de acordo com o tempo mínimo de prática profissional (isso que não atingi ela ainda), na Europa esta é ainda maior, são 5 anos pós formado em Mestrado específico, ou seja, no Brasil você pode adquirir o título de especialista em 6 anos(Graduação + horas) na Europa são 10 anos (3 anos de Graduação + 2 anos de Mestrado + 5 anos de horas). A prova de título segue sendo um único meio de averiguação de conhecimentos, como pode ser visualizado nos post anteriores temos problemas com más profissionais. Não acredito neste lobby, pois pelas regras da CNEN outros profissionais além de físicos podem obter o titulo/certificação.
      Gostaria de mais uma pequena informação que seria referente aos teus clientes, não passaram na prova? Não atendem o mínimo de horas? Não detém do R$ exorbitante?

      Tadeu, entendo a sua preocupação quanto ao blog, mas fica aí uma sugestão para a ABFM da criação da FAQ, visto que um blog deteria de um alto tempo.

      Abraços

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    6. Olá Filipe e Tadeu,
      Primeiro para o Tadeu, concordo com você, porém a ABFM não responde e-mails e seus representantes legais nunca estão a disposição. Quanto a questão da prova para advogados é constate o questionamento junto ao judiciário e existe LEI que regulamenta a prova, fato este inexistente para físicos, pois não possuem profissão regulamentada.

      Segundo para o Filipe, meus clientes trabalham a mais de dez anos na área, trabalham no interior do Brasil, cidades do interior, foram das capitais e grandes centros. Possuem recursos $, possuem já certificado de especialista com carga horária acima de 3800 horas, são associados a ABFM, porém não foi permitido que fizessem a prova em função de horas em atividades específicas que envolve equipamentos não disponíveis em seus locais de trabalho. A titulo de exemplo querem que um profissional que trabalha a 17 anos deixe seu local de trabalho, vá para um grande centro e faça estágio para poder realizar a prova, além de ter a obrigação de ter dois associados e especialistas da ABFM para assinar.
      A dúvida é somente sobre a legalidade da prova da ABFM e os editais de concurso, como na pesquisa achei o blog e comentários de um ex-membro (Homero) somente quis um contato, não invadir o espaço de vocês ou causar constrangimentos a qualquer um.
      Só que faço parte de uma corrente de advogados a favor da conciliação antes da lide e infelizmente a ABFM é fantasma, existe no papel, fisicamente ninguém sabe onde esta para ser citada judicialmente, ela realmente é um clube do bolinha (corinthians) como citado anteriomente.
      Abraço a todos.

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    7. Paulo,

      Não compreendo, eles tem o título de especialista e não foi possível participar do concurso visto que não tem o título?
      Ao meu ver, pelo que entendi, eles detém de um título e querem exercer a atividade de outro título, seria como um cardiologista querer fazer uma neurocirurgia.
      Não concordo com os seu clientes, pois se eles não conhecem um equipamento como irão se candidatar ao emprego que o faz necessário conhecer o equipamento.
      Nós físicos somos um "povo" sem organização legal e pessoal. Pouco tempo atrás um grupo começou a fazer frente e a ABFM foi criada, infelizmente ao invés de todos se unirmos juntos aos objetivos, ficamos brigando entre nós e acabam-se prejudicando a todos.
      Um bom profissional busca a todo o momento o seu aperfeiçoamento, se eles querem mais terão que dar mais de si, acredito que um mês ou dois meses fora de casa não seja tão ruim assim. (Se o equipamento deve ser de Ressonância Magnética)

      Obs.: Estou tranquilo quanto aos seus comentários e questionamentos, não ví nada de mais.

      Abraço

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    8. Valeu Filipe,
      Desculpa mais eles são da área, já trabalham com radioterapia por exemplo, cobalto, e por exemplo nunca vão fazer IMRT ou braquiterapia de de alta taxa de dose em alg.uns lugares do interior.
      Acredito que vocês conseguiram muito com um conselho da profissão quando implantado.
      Até mais e obrigado pelas informações.

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    9. Sr. Paulo! Infelizmente a física ainda nao é considerada profissão, diferentemente das profissionais do sexo e dos guardadores de carro, apesar da VIDA de muitos pacientes dependerem do nosso trabalho....Mas a ABFM nos representa e o título que ela concede nao é de especialista em cobalto, e sim em radioterapia, no caso em questão...então nao podemos aceitar como justificativa o caso do candidato nao fazer braquiterapia de alta taxa, pois IMRT pode-se fazer ate com cobalto... Ninguém lhe avisou??? O advogado pode ter o título da OAB em criminal, se ele nao atuar em cível??? Obrigada...

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    10. Não tenho habito de responder a pessoas que não se identificam, porém vou realizar uma exceção.
      Acredito ter mais informações que você sobre física médica no atual momento, uma vez que venho pesquisando sobre o assunto. Quanto a validade da ABFM não está sendo questionada, nem das profissões citadas por vossa excelência, se cobalto ou não, não se faz importante, o que cabe é a busca por uma regularização de uma profissão que vem crescendo no âmbito nacional, com salários dignos e código de ética eficaz. Você precisa de informações mais clara sobre o que é física médica, quanto aos advogados a resposta é sim, o cara pode fazer prova no exame para penal e exercer civil depois., alias, existe lei federal que regulamenta o exame. No mais, aguardo a resposta do Homero e vou concordar com o Tadeu, este espaço deve ser para debater sobre a física médica, questões jurídicas e de cunho da ABFM devem ser tratadas no espaço adequado, que não é aqui.
      Fico a disposição, se você se identificar, afinal é ridículo se Anônimo para se debater um assunto tão sério.

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  30. Nossa...também fiquei um bom tempo sem acessar e vejo que rendeu comentário. O que posso dizer, é que, ultimamente, ando desligada de contatos com a ABFM, embora sempre fiel e sócia, pois estou tentando sair da área. Mas posso dizer que sempre foi meu ponto de apoio, e o fato de ter o título de especialista, devido aos meus esforços, foram reforçados pela Associação. Agora, discordo quando dizem que na área de Medicina Nuclear a CNEN não tenha culpa dessa organização de pessoas que se utilizam dos profissionais supervisores de forma irregular e por outros profissionais terem o título de supervisor (dando a eles o direito de atuar da mesma forma que o físico). Não me entra na cabeça que 360 horas teóricas sejam suficientes para formar um profissional supervisor, que vai ser jogado dentro de uma clínica ou indústria e vai dar conta do recado. Mesmo com residência (que eu acho que é a base para o conhecimento da área, pois é a prática), mestrado e doutorado (que só reforçam algo específico), se a gente não continua a se atualizar e estudar, não dá conta de fazer um bom serviço, que dirá com 360 horas teóricas. Com relação a Conselho, vou ser sempre contra, pois não gosto da política que se instalou por trás disso. Obrigada pela menção Homero, mas a realidade é que a ABFM faz um excelente trabalho com relação em nos certificar como especialistas em física médica e concordo que qualquer coisa só dará certo se os membros interessados estiverem atuando, e posso garantir que com um conselho seria a mesma coisa - nós, profissionais é que devemos criar consciência moral e ética e cobrar, denunciar e assumir nossos papéis. Na verdade a nossa classe, por ter um número reduzido de profissionais, é bem difícil formar alguma coisa de maior monta. Sou a favor de reforçar uma instituição que já existe e acho que os motivos das críticas podem ser sanadas se muitos se mobilizarem pela causa. Acho que estes comentários devem ser colocados, se todos concordarem, no FB que tem acesso de mais profissionais e ver se existem mais opiniões que reforcem a ABFM ou contrárias.

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  31. Prezados, o Blog de Física Médica tem o propósito de auxiliar no crescimento e divulgação da Física Médica de maneira positiva e independente. Não há qualquer vínculo com a ABFM, mas com os físicos médicos. A física aplica à medicina é séria e exige um comprometimento e conhecimento específicos. Independente da minha opinião pessoal sobre o processo da maneira que é realizado hoje, seja pela ABFM, pelas residências, graduações, Pós-graduações,etc, há a necessidade de que o profissional que atue nas áreas da saúde, seja qualificado para exercer a profissão, como é realizado por outras áreas e instituições como a OAB. Se a profissional é competente, comprometido, pró-ativo e executa as funções de físico médico com primazia, não entendo o medo em prestar ou ser submetido a testar seus conhecimentos e ser avaliado dentro de sua área de atuação. Por que os médicos não questionam os exames??? Por que os advogados não questionam a OAB??? Por que os supervisores de radioproteção em medicina nuclear não questionam a CNEN? No futuro, se os físicos forem mais organizados, acredito na subdivisão das áreas, como é feito na medicina, engenharia,etc. Um médico para ser reconhecido como médico nuclear, tem que ser submetido a uma prova de título, o advogado para exercer a profissão tem que ser submetido a uma prova de título. No meu entendimento, o propósito é selecionar os profissionais mais preparados dos aventureiros. Talvez a maneira como é realizado o exame e o regulamento atual da ABFM, não satisfaçam um grande grupo de pessoas, mas acredito que ainda sim, é mínimo para ter melhores profissionais. Os equipamentos que lidamos hoje, utilizam radiações ionizantes e não ionizantes, e, conduzidos de maneira errada, podem prejudicar e comprometer a vida dos pacientes. Espero que no futuro, o profissional, como é realizado na medicina, que desejar uma título, possa executar a qualquer momento as provas, onde seus conhecimentos serão profundamente avaliados. Se o médicos, são avaliados, os advogados e outras classes, por que com os Físicos Médicos seria diferente? Nos EUA os MP são submetidos a testes, por que aqui seria diferente? Quando vamos acreditar um site para ensaios clínicos, as pessoas são avaliadas, os equipamentos (ACRIN e ACR), exigem atualização constante dos profissionais (CME),etc...etc... Por que alguns têm tanto medo? Eu gostaria de ser avaliado, mas na configuração atual da prova de especialista da ABFM, infelizmente não posso. Esta é uma opinião pessoal, que não tem valor e não representa NUNCA em NENHUM momento, a posição da ABFM. O blog tem seu alicerce na promoção formação, interação e "diversão", relacionados à Física Médica para Físicos Médicos. Advogados, engenheiros e pessoas que queiram somar são muito bem-vindas! Aqueles que buscam respostas da ABFM, procurem a ABFM e não o Blog. Tudo o que escrevo e publico neste meio de comunicação, não tem consentimento da ABFM, não é aprovado pela ABFM, não é incentivado pela ABFM, não é patrocinado pela ABFM ou tem qualquer outro vinculo/apoio da ABFM. Na cronologia das minhas atuações o Blog vem antes de eu me associar à ABFM. Eu mantenho o Blog, com MUITO esforço, dentro de INÚMERAS atividades, é realmente MUITO difícil. Eu o faço pelo simples prazer e necessidade auxiliar na formação, e viabilizar de uma maneira mais fácil a informação para que os profissionais fiquem sempre atualizados, o que é fundamental em todas as áreas.

    Por esta razão, solicito que assuntos que exijam um parecer da Associação Brasileira de Física Médica, sejam conversados no site da ABFM, através do e-mail da ABFM, carta à ABFM, fax, etc. menos no Blog.

    Grato pela compreensão de todos os participantes,

    Tadeu Kubo

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  32. Péricles C. Sousa3 de junho de 2014 10:25

    Prezados colegas,

    Parabenizo o admin pela iniciativa do blog.

    Sou sócio da ABFM desde 2009 e confesso nunca participei tão ativamente. Mas admito que o melhor caminho para o futuro da física médica no Brasil é a nossa unidade, os profissionais atuantes na área.

    Sou e sempre serei a favor que a prova de título de especialista da ABFM tenha critérios rígidos, com carga horária mínima no mínimo 10 vezes maior do que a necessária para obtenção de título de supervisor de radioproteção pela CNEN. Também acho que o título deve ser contemplado àqueles que possuem conhecimento mínimo aceitável em TUDO aquilo que envolve radioterapia (ou med. nuclear ou radiodiagnóstico), desde as técnicas mais antigas até as mais recentes e modernas.

    Estive no congresso da Sociedade Brasileira de Radioterapia em São Paulo, ocorrido em maio de 2014. A sala designada para os físicos era pequena em relação ao público presente. Para se ter idéia, assisti a pelo menos 6 palestras de pé, no fundo da sala, por falta de cadeiras e espaço. O que me remete ao que o Lucas Radichi escreveu um pouco acima.

    Lucas Radicchi em 3 de agosto de 2013 20:41
    Lembro-me muito do Horacio, fisico da McGill, que disse que os fisicos canadenses só ganharam força quando separaram-se (congressos, reivindicações, etc) dos médicos.

    A solução ideal então é nos unir-mos e pararmos com tanta crítica destrutiva a ABFM. Dar mais valor ao congresso brasileiro de física médica. Eu mesmo não pretendo voltar ao congresso da SBRT ano que vem. A união não deve ser em torno somente da associação mas sim em torno dos ideais da classe de físicos médicos do Brasil.

    Péricles Sousa

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