domingo, 28 de julho de 2013

Radiation Doses to and From Patients in Nuclear Medicine: Challenges and Solutions

Imaging Technology News Webinar Series — Supported by an educational grant from Philips Healthcare

The Imaging Technology News CME webinar "Radiation Doses to and from Patients in Nuclear Medicine: Challenges and Solutions" will include discussion of new technology, protocol adjustments and changes in discharge procedures to reduce radiation exposure from SPECT/CT, PET/CT and FDG PET/CT.
 
Wednesday, Aug. 28, 2013
 
2 – 3 p.m. Eastern
 
Click here to register
 
Statement of Purpose/Need:
Radiation exposure has become a major public health concern in both lay and medical publications. In nuclear medicine, the recent introduction of hybrid imaging in the form of SPECT/CT and PET/CT have resulted in increasing concerns regarding additional radiation doses from CT. In addition, FDG PET/CT patients could potentially expose the unsuspecting general public after leaving the PET/CT centers to a radiation dose level higher than the limit set by the NRC. Utilization of new cameras offers the ability to minimize radiation exposure to patients and technologists. Furthermore, the implementation of simple protocol adjustments as well as inexpensive changes in discharge procedures following FDG PET/CT scans can reduce the radiation exposure to other patients and the general public. Participants will be able to outline the current challenges and potential solutions to address radiation exposure in nuclear medicine.
 
Learning Objectives:
Upon completion of this activity, participants will be able to:
  • Identify the variation in radiation doses for patients undergoing SPECT/CT and PET/CT
  • Assess the potential radiation exposure from FDG PET/CT patients
  • Apply simple imaging protocol changes to decrease radiation doses to patients and technologists
  • Apply simple changes in discharge instructions to FDG PET/CT that would result in significant reduction in radiation exposure to the general public.
Presenter:
Medhat M. Osman, MD, ScM, PhD
Professor, Department of Radiology
Director of Nuclear Medicine and PET/CT Division of Nuclear Medicine
Saint Louis University, St. Louis, Mo.
Nuclear Medicine Staff Physician, Department of Diagnostic Imaging
John Cochran Veterans Administration Hospital, St. Louis, Mo.
 
Dr. Medhat M. Osman is a tenured Professor in the Department of Radiology at Saint Louis University (SLU). He received his PhD in Radiation Health Sciences and Nuclear Medicine, residency in nuclear medicine, and fellowship in PET from The Johns Hopkins University
 
Intended Audience:
This activity is intended for radiologists, radiographic technologists, physicists, pharmacists and other staff involved in nuclear imaging..
 
Accreditation and Credit Designation:
This activity has been planned and implemented in accordance with the essential areas and policies of the Accreditation Council for Continuing Medical Education through the joint sponsorship of the Academy for Continued Healthcare Learning (ACHL) and Scranton Gillette Communications. ACHL is accredited by the ACCME to provide continuing medical education for physicians.
 
The Academy for Continued Healthcare Learning designates this live activity for a maximum of 1.0 AMA PRA Category 1 Credit™. Physicians should claim only the credit commensurate with the extent of their participation in the activity.
 
Disclosure information:
Current guidelines require that participants in CME/CE activities be made aware of all affiliations or financial interests that may be perceived as affecting the presentation of the faculty member. All conflicts of interest will be resolved prior to the start of the educational activity.
 
Medhat M. Osman, M.D., ScM, Ph.D.
Professor, Department of Radiology
Director of Nuclear Medicine and PET/CT Division of Nuclear Medicine
Saint Louis University, St. Louis, Mo.
Nuclear Medicine Staff Physician, Department of Diagnostic Imaging
John Cochran Veterans Administration Hospital, St. Louis, Mo.
 
Financial relationships: None
 
Discussion of off-label, investigational or experimental drug use: None
 
The Academy for Continued Healthcare Learning and Scranton Gillette Communications staff members and others involved with the planning, development, and review of the content for this activity have no relevant affiliations or financial relationships to disclose.
 
 
To test if your computer meets the hardware/software requirements to view this webcast, please click on the HELP tab above and run the SYSTEM TEST. If you have any technical questions please click on the HELP tab above.
 
Questions about CME for this webinar? Please contact ACHL at mdaiga@achlcme.org, or (773) 714-0705, Ext. 228.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

In this era of healthcare cost control, is there a better way to use MRI for patients with headache?

    Uma matéria publicada no site Auntminnie chama atenção para um estudo publicado na American Journal of Roentgenology sobre quais são as sequências utilizadas em um protocolo padrão para paciente com queixas de dor de cabeça que são realmente efetivas, chegando a propor que se nada pode ser achado depois de um FLAIR, então não vale a pena prosseguir com o exame. Estaríamos falando de um exame de ressonancia de 5 minutos em média.

    Apesar do método proposto parecer estranho e soar que algo poderia facilmente ser perdido por nao haverem sequências ponderadas em T1 por exemplo, como os próprios autores afirmam, "It's controversial whether patients with uncomplicated headache should be imaged in the first place," e "MRI scanner time is precious, and we want to figure out a way to use it as efficiently as possible, both for the benefit of the patient and the radiology department." Tendo a concordar com ele...
Segue o link para o artigo: http://www.ajronline.org/doi/abs/10.2214/AJR.12.10238

Abraços,

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Inscrição para o Doutorado no IRD/CNEN


 http://www.ird.gov.br/images/stories/banner-padro01.jpg

As inscrições para o Processo Seletivo ao DOUTORADO em Radioproteção e Dosimetria, Turma 2013/2, estarão abertas durante o período de 15 de julho a 16 de agosto de 2013, de segunda a sexta-feira, nos horários de 09:00 h a 11:30 h e 14:00 a 16:00 h, na SPG/IRD, Avenida Salvador Allende s/n, Barra da Tijuca - CEP 22783-127, Rio de Janeiro, telefone (021) 2173-2914, mediante apresentação dos seguintes documentos:
  1. 7.1.1.  Carteira de Identidade (original e cópia)
  2. 7.1.2.  CPF (original e cópia)
  3. 7.1.3.  01 (uma) fotografia 3x4 recente
  4. 7.1.4.  Formulário de inscrição devidamente preenchido, disponível na SPG/IRD e no
endereço web do IRD (http://ensino.ird.gov.br)
7.1.5. Projeto de Pesquisa, em três vias, no qual constem, na folha de rosto, identificação do candidato, título do projeto, área de concentração de enquadramento do projeto e orientador(es) pretendido(s), que deverão ser contatados previamente para a concordância com a orientação e projeto. Os orientadores principais deverão ser DOCENTES do IRD. 

fonte: Grupo de Física Médica - Medicina Nuclear (Facebook)

terça-feira, 23 de julho de 2013

Physics of cancer - PhysicsWorld

Cover of Physics World July 2013 special issue on "physics of cancer"

" Medical physicists have made – and continue to make – many valuable contributions to the treatment, diagnosis and imaging of cancer using X-rays, magnetic fields, protons and other subatomic particles. But some physicists are trying to tackle cancer through a very different approach. Rather than seeing cancer purely in terms of genetic mutations, these researchers are instead examining the physical parameters that control how cancer cells grow, evolve and spread around the body.
 
Find out more by downloading your free PDF copy of the July 2013 special issue of Physics World on the “physics of cancer”."

 
Physics World July 2013 special issue on the physics of cancer.

source: PhysicsWorld

O que os Físicos Médicos esperam de uma Sociedade/Associação e/ou de um Conselho de Física?

Prezados Físicos Médicos do Brasil, bom dia!

Tenho recebido diversas mensagens e e-mails anônimos, questionando alguns assuntos que estão ligados à regulamentação da profissão e com a atuação da ABFM e SBF. Primeiro gostariam que entendam que compartilho de algumas dúvidas e dos mesmos anseios e expectativas.
 
O Blog de Física Médica, não tem NENHUMA ligação com a ABFM e SBF. Deixo claro, que apenas eu (Tadeu Kubo) estou ligado ao Conselho Deliberativo, mas que o Blog é um canal de comunicação/formação/informação, comprometido apenas com a Física Médica/Física.
 
Por esta razão, deixo aberta a pergunta, para que possam responde-la como comentário no Blog (anônimo ou não). Dessa maneira, poderemos realizar as operações básicas de somar as opiniões, dividir as expectativas, subtrair a indiferença, multiplicar as ações e integrar os Físicos Médicos do país do Sul ao Norte  para compreender: o que eu espero e o que eu tenho a ver com tudo isso.
 
"Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes"  
 
Um abraço,
Tadeu Kubo

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Prorrogação das inscrições para o concurso de Professor Doutor I junto ao IFGW


Essa talvez seja uma notícia muito boa para aqueles que estavam correndo contra o relógio, para preparar toda a documentação! 


Informamos que foi publicado no DOE de 06/07/2013 - página 56 - seção I (cópia anexa), o edital de prorrogação das inscrições para o concurso de Professor Doutor I junto ao IFGW,
na área de Física Médica, especialista experimental, com ênfase nas sub-áreas de Radiodiagnóstico, Radioterapia e Medicina Nuclear.
As inscrições serão recebidas na Secretaria do IFGW no período de 12/07/13 a 12/08/13, no horário das 09 às 12 e das 14 às 17 horas.


EDITALCARGO DE PROFESSOR DOUTOR I – MS-3.1


A Universidade Estadual de Campinas, através da Secretaria Geral, torna pública a abertura de inscrições para o concurso público de provas e títulos, para provimento de 01 cargo de Professor Doutor I, nível MS-3.1, em RTP, com opção preferencial para o RDIDP, nos termos do item 2, na área de Física Médica. As disciplinas do concurso são: F128 (Física Geral I), F228 (Física Geral II), F320 (Termodinâmica), F328 (Física Geral III), F428 (Física Geral IV), F489 (Estrutura da Matéria II), F589 (Estrutura da Matéria), F752 (Ressonância Magnética Aplicada à Medicina), F852 (Física da Radiologia), F853 (Física da Medicina Nuclear) e F854 (Física da Radioterapia), do Instituto de Física “Gleb Wataghin” da Universidade Estadual de Campinas.



Mais informações: http://portal.ifi.unicamp.br/avisosgeraismoderador/213-portal/921-prorrogacao-das-inscricoes-concurso-prof-doutor-area-de-fisica-medica

segunda-feira, 15 de julho de 2013

IAEA Launches Android Isotope App

IAEA.ORG :: Atoms for Peace

  

The agency's Nuclear Data Section's Isotope Browser will provide quick information on the properties of more than 4,000 isotopes.

"Nuclear technologies are all about radioisotopes. They rely on the availability of atomic, molecular and nuclear data to provide accurate numerical information on isotopes and their decay properties," the International Atomic Energy Agency states in a release introducing the Isotope Browser, a new android app from IAEA's Nuclear Data Section of the Division of Physical and Chemical Sciences that will provide quick information on the properties of more than 4,000 isotopes.
IAEA's release calls it a milestone in providing a "technical app" to provide instant in-depth details on the properties of radionuclides. It contains a periodic table of elements that allows for easy selection and displays information on the life cycle of each isotope.

"Isotopes are used in a number of fields such as dating sections of corals reefs, as well as bone, cloth, wood and plant fibers going back about 5,000 years, for which Carbon-14 is used," the release states. 

"In nuclear medicine, radioisotopes are used for research diagnosis and treatment. In industry and for mining, radioisotopes are used to check welds, to spot leaks, to examine the rate of wear, corrosion and erosion of metals. In agriculture, they have a role to assess soil fertility and radiation is used to kill parasites and pests, and to control the ripening of stored fruit and vegetables. Isotopes have a built in 'time span' of remaining active. Being aware of the time span of an isotope is crucial in the applications of nuclear technology. In this context, the half-life of an isotope plays an important part in a number of technologies, such as nuclear medicine, and for all of them timely, accurate data are vital."

fonte: Auntminnie

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Terapia para destruição de tumores com ultrassom?

Oi pessoal,

eu acabei de receber um link para esta notícia por email e resolvi compartilhar a mesma por aqui. A matéria foi feita em 2011, mas após uma busca rápida na internet não  encontrei maiores detalhes à respeito do atual estágio de tratamentos feitos, se expandiram a aplicação da terapia à outros casos de câncer (até o momento, parece que o foco principal eram  pacientes com metástatses ósseas). A idéia parece bem interessante e pessoalmente, eu gostaria até de saber a opinião dos meus colegas de plantão. Como eu estou mais ativa na área de óptica, eu me sinto um pouco"leiga"para discutir os prós e limitações desta técnica. Creio que a mesma tem um potencial bem interessante, porém passo a palavra para os nossos especialistas da área de ultrassom... :)

Abraços!

Pulsos de ondas sonoras queimam o tecido doente.
Instituto vai pesquisar aplicação da técnica em tumores malignos em ossos.

O Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) inaugurou  em 2011 um serviço de ultrassom – ondas sonoras de alta frequência que o ouvido humano é incapaz de escutar – para destruir células cancerígenas, sem a necessidade de cirurgia e anestesia. O novo equipamento estará disponível à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Apesar do efeito do ultrassom em tumores já ser conhecido, o novo equipamento consegue focar até mil feixes em um único ponto – com a ajuda de um aparelho de ressonância magnética. Com o calor, as células cancerígenas são queimadas, sem que o aumento de temperatura afete os tecidos saudáveis vizinhos.
Único na América Latina, o aparelho é de tecnologia israelense e custou R$ 1,5 milhão. Segundo Marcos Roberto de Menezes, diretor do setor de diagnóstico por imagem do Icesp, seis mulheres já foram atendidas com sucesso para casos de miomas – tumores benignos, de tecido muscular e fibroso, conhecidos por afetar o útero.
Aparelho de ultrassom de alta frequência (em azul), ligado a uma esteira para receber pacientes durante ressonâncias magnéticas (Foto: Mário Barra / G1)
O Icesp já solicitou protocolos de pesquisa para testar a eficiência da técnica em metástases – câncer que se espalharam pelo corpo – ósseas.
“Essa tecnologia ainda é experimental, não só no Brasil, como em outros centros do mundo”, afirma Marcos. “No caso das metástases, a aplicação seria um paliativo, mais indicada para reduzir as dores causadas pelo tumor e aumentar a qualidade de vida dopaciente.”
Como funciona
O tratamento, no entanto, não serve para qualquer paciente. Um estudo anterior precisa ser feito para saber quem pode passar pelo ultrassom.
“Dois fatores que são levados em conta na escolha das pacientes são o local do tumores e o tamanho deles”, explica o médico do Icesp.
A técnica dispensa o uso de anestésicos. “As pacientes ficam conscientes durante toda a operação, recebem apenas sedativos”, explica Marcos. Segundo o médico, o procedimento não causa dor intensa. “As pacientes costumam reclamar de dores parecidas com cólicas menstruais, mas isso somente durante o exame.”
No caso do uso da terapia contra miomas, as pacientes deitam, de bruços, em uma esteira usada comumente em exames de ressonância magnética. O aparelho de ultrassom fica logo abaixo da cintura.
"A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca onde é necessário”
Marcos Roberto de Menezes, diretor do setor de diagnóstico por imagem do Icesp

O diagnóstico por imagem permite conhecer as áreas onde estão os miomas. Após definir os pontos que serão destruídos pelo calor, os médicos começam a disparar as ondas sonoras em pequenos pontos dos tumores. Cada pulso demora apenas alguns segundos. Vários são necessários para queimar uma área inteira. Toda a operação pode levar até, no máximo, 2 horas.
O ultrassom eleva a temperatura das células cancerígenas até 80º C.
“Esse calor destrói qualquer tipo de célula”, diz Marcos. “A grande vantagem é que as áreas ao redor do tumor não são afetadas, a técnica é muito precisa, só ataca o que é necessário.”
Novo laboratório
O Icesp também inaugurou o Centro de Investigação Translacional em Oncologia – uma rede com 20 grupos de pesquisa em câncer. O espaço foi aberto em cerimônia que contou com a presença do governador Geraldo Alckmin e de Paulo Hoff, diretor do instituto.
Com uma área de 2 mil metros quadrados, o andar no Icesp vai permitir o avanço em estudos sobre o câncer que reúnam conhecimentos de áreas diversas como a biologia molecular, epidemiologia e a engenharia genética. O custo do investimento foi de R$ 2 milhões.
O objetivo, segundo Roger Chammas, professor de oncologia do Icesp e responsável pelo espaço, é reunir todo o conhecimento que se encontra espalhado nas frentes de pesquisa de órgãos como a USP, o Hospital A.C. Camargo e Instituto do Coração.
Sala do recém-inaugurado Centro de Investigação Translacional em Oncologia.(Foto: Mário Barra / G1)
Entre os equipamentos disponíveis para receber os grupos de pesquisa estão microscópios a laser, sequenciadores de DNA e centrífugas. Haverá também um banco de amostras de tumores, que serão congelados para conservação.
Essa troca de informações é o que classifica o laboratório como “translacional”.
“Essa palavra quer dizer que os conhecimentos de uma área em medicina são traduzidos para outra, com o objetivo de fazer o progesso das pesquisas ser integrado”, explica Chammas.
Segundo Giovanni Guido Cerri, secretário estadual de Saúde, a importância do espaço está na busca futura de novos tratamentos contra o câncer. “Este novo laboratório e o serviço de ultrassom de alta frequência colocam São Paulo em uma posição privilegiada na rede nacional de atenção ao câncer”, afirma o secretário.
Todos os créditos: http://www.radarisrael.com/index.php/ultrassom-israelense-que-destroi-tumores-chega-a-sp/